“We’re toxic until the end…”. ROSÉ abriu o jogo sobre sua vida amorosa. Em entrevista sincera a Alex Cooper, do podcast “Call Her Daddy”, divulgada nesta quarta-feira (28), a integrante do BLACKPINK relembrou relacionamentos tóxicos que já viveu e ainda se emocionou ao ser questionada se está, atualmente, envolvida com alguém.
“Se eu disser ‘não’, é uma mentira daquelas, dá para perceber… Estou em busca do amor”, afirmou. A cantora explicou que as lágrimas surgiram porque, apesar de a pergunta parecer inofensiva, se ela respondesse “sim”, isso poderia ser distorcido pela mídia e virar uma narrativa de que ela seria “viciada em homens”.
“A primeira coisa que acontece quando você pergunta algo assim é ver todos os artigos, todos os comentários — eu simplesmente vejo tudo isso se acumulando. Quem estaria tramando minha queda, ficaria tipo: ‘Este é o comentário que vamos usar… então, se algo acontecer. Esta é a entrevista que usaremos’. Isso para ligar essa história maluca sobre o quão ‘viciada’ em homens eu sou, por exemplo”, declarou.
“É só nisso que penso, então adoraria poder simplesmente dizer ‘sim’ ou ‘não’. Mas ficar pensando: ‘Será que isso vai definir quem eu sou?’. Que triste! Que realidade triste! Isso me deixa triste”, continuou. A cantora seguiu refletindo como vê os relacionamentos públicos por causa da sua experiência como idol de K-Pop.
“Isso me deixa triste por grande parte da indústria… Sinto que é algo normal. Só porque eu faço parte de um grupo de K-pop não significa que eu seja um tipo diferente de ser humano. Acho que todos nós nascemos com pernas e braços, e todos somos humanos”, disse ela.

Rosé ainda comentou sobre as medidas que tomou para manter um relacionamento em segredo. Ela revelou como conseguiu evitar os paparazzi neste período: “Eu literalmente tentei de tudo (…) Se formos pegos, acabou”. A estrela admitiu que essa pressão fazia com que até os momentos mais simples parecessem arriscados.
Ela chegou a comprar uma peruca curta e encaracolada em um shopping e começou a observar atentamente as mulheres idosas – como se vestiam, as bolsas que carregavam, até mesmo o jeito de andar – para não ser reconhecida. “Combinei roupas e uma bolsa no estilo de vovó e fui à casa do meu então namorado assim. Basicamente, não havia outros lugares para onde pudéssemos ir”, desabafou.
A artista contou que sustentou a farsa por seis meses. “Mais tarde, vi uma avó de verdade usando as roupas que eu costumava usar e perguntei: ‘Essas roupas eram minhas?’, e descobri que eram”, lembrou.
Quando perguntada se já havia se decepcionado com algum ex tóxico, ela respondeu com sinceridade: “Na maioria das vezes eu me decepcionava, mas houve uma pessoa com quem isso não aconteceu”.
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