Fernanda Lima abriu o jogo sobre sua intimidade com o marido, Rodrigo Hilbert, durante um novo episódio do podcast “terapiRa”. Em trechos divulgados pela revista Marie Claire nesta segunda-feira (2), a apresentadora refletiu sobre a sexualidade após a menopausa e revelou um item que não pode faltar em suas relações.
No episódio, Fernanda retomou sua fala sobre a queda de libido que viralizou recentemente. Ao falar sobre o assunto, ela lamentou que a reação do público foi de julgamento, enquanto outros efeitos da menopausa foram ignorados. “Eu vi a minha voz se ampliar nesse assunto muito mais quando falei que não tinha vontade de transar com o Rodrigo”, afirmou.
“Mas todos os outros sintomas que tive que são muito piores que falta de libido não foram exatamente levados em conta pela mídia toda. As mulheres, claro, estão ligadas, juntas, se olhando e se entendendo, mas não foi [tão divulgado]”, completou.
Fernanda ainda detalhou que enfrentou outros sintomas, como alterações de humor e dificuldades para dormir. “É como se eu tivesse meio que aprendido a lidar, não é que parou totalmente os sintomas. Óbvio que irritabilidade, insônia de não conseguir dormir, a falta de libido, uma série de coisas [continuam]”, relatou.

Com o tempo, ela afirmou ter encontrado formas de resgatar o prazer na vida sexual, inclusive adotando novas práticas. “Agora, eu tenho libido, mas eu uso lubrificante, porque vai ajudar e vai ser melhor. Só que não era uma coisa que fazia parte da minha nécessaire, e hoje em dia faz parte da minha nécessaire”, contou.
A apresentadora também aproveitou para questionar os tabus relacionados ao prazer feminino. “Por muito tempo, diziam que [lubrificantes] era um mercado para gays. Que bom que a gente vai pisando nesses tabus todos, e de repente [podemos dizer]: ‘Nossa, eu amo lubrificante'”, opinou.

Ao concluir o episódio, Fernanda reforçou que cada mulher vive a menopausa de forma diferente e incentivou a busca por informação e apoio. “É muito individual, muito particular, mas que as mulheres consigam achar uma médica […], tentar conversar, conversar com as amigas, trocar com os familiares. Vai atrás”, finalizou.
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