O suspense tomará conta da reta final de “Três Graças” ao transformar a morte de Santiago Ferette (Murilo Benício) no grande mistério da novela. Segundo informações da colunista Carla Bittencourt, do portal Leo Dias, divulgadas nesta quinta-feira (5), o assassinato do vilão deve acontecer por volta do capítulo 170.
A morte movimentará os nove capítulos finais da trama, que se despede do público em 16 de maio. Com sigilo nos bastidores, a história passa a trabalhar com o clássico “quem matou?”, espalhando suspeitas por vários núcleos. O assassinato já estava previsto na sinopse inicial, mas, nos bastidores, o desenvolvimento da trama segue para um caminho diferente do planejamento original.
Os autores, liderados por Aguinaldo Silva, vêm ajustando os rumos da narrativa. A ideia é que Ferette acumule ainda mais inimigos. O vilão já coleciona desafetos por causa do esquema dos “remédios de farinha” e pelas duas tentativas de assassinato contra o ex-sócio na fundação, Rogério (Eduardo Moscovis), que acabará figurando entre os principais suspeitos. Outro nome na mira é Misael (Belo), uma das vítimas diretas do golpe e que já demonstra disposição para matar o empresário. O viúvo chegará a atirar em Ferette no capítulo 100, mas o disparo o atingirá apenas de raspão.
A lista de investigados é ampliada com Arminda (Grazi Massafera), amante e cúmplice do empresário em diferentes momentos da história. Também entram no radar, Zenilda (Andréia Horta), a ex-mulher que passa a buscar justiça a qualquer custo, e Leonardo (Pedro Novaes), filho do vilão e o nome mais surpreendente entre os suspeitos.
A apuração do crime ficará a cargo de Paulinho (Romulo Estrela), do delegado Jairo (André Mattos) e de Juquinha (Gabriela Medvedovski), que conduzirão o público pelas pistas e reviravoltas do mistério.

A escolha por um grande “quem matou?” dialoga diretamente com o assassinato de Odete Roitman em “Vale Tudo”, um dos maiores marcos da teledramaturgia brasileira. “Três Graças” chega ao fim exatamente em 16 de maio de 2026, data em que a estreia da novela de 1988 completa 38 anos. Aguinaldo Silva, um dos autores de “Três Graças” , integrou a equipe responsável pela primeira versão de “Vale Tudo”, reforçando o tom de homenagem às novelas clássicas.
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