Os vencedores da Copa do Mundo de 2026 receberão a bolada de US$ 50 milhões (R$ 260 milhões) da Fifa. De acordo com o Estadão, a CBF e a entidade internacional já estão em conversa para a assinatura de um acordo caso a Seleção Brasileira seja a grande campeã.
Segundo o jornal, o documento gira em torno da divisão da premiação em caso de título. O planejamento envolve metas e bonificações que devem ser formalizadas antes mesmo do início da competição. A data final para a assinatura seria até a apresentação dos convocados no centro de treinamento em Teresópolis, no Rio de Janeiro, no fim de maio. O técnico Carlo Ancelotti tem uma bonificação prevista em contrato em caso de vitória.
O valor destinado ao campeão de 2026 teve um aumento em relação à edição anterior da Copa, quando a Argentina recebeu US$ 42 milhões (R$ 212 milhões) pelo título no Catar.
Segundo o The Guardian, a quantia integra um pacote mais amplo anunciado pela Fifa, que prevê a distribuição total de US$ 727 milhões (R$ 3,8 bilhões) às federações participantes, sendo US$ 655 milhões (R$ 3,4 bilhões) destinados diretamente às seleções conforme o desempenho na competição.

Além do prêmio principal, a entidade também definiu valores para outras posições. O vice-campeão ficará com US$ 33 milhões (R$ 171 milhões), enquanto as seleções que terminarem entre o 33º e o 48º lugar receberão US$ 9 milhões (R$ 47 milhões) cada. Há ainda um repasse adicional de US$ 1,5 milhão (R$ 7,8 milhões) para cada equipe participante, destinado aos custos de preparação.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre 11 de junho e 19 de julho, com jogos realizados nos Estados Unidos, México e Canadá. Segundo o presidente da Fifa, Gianni Infantino, a nova edição do torneio marca um avanço financeiro para o futebol global. “A Copa do Mundo da Fifa de 2026 será inovadora em termos de sua contribuição financeira para a comunidade global do futebol”, declarou.
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