Mulher desaparecida há 32 anos é encontrada com vida nos EUA, e caso tem reviravolta inesperada

Autoridades confirmaram localização de Christina Plante após décadas sem pistas e destacaram avanço tecnológico na investigação

Uma mulher desaparecida desde 1994 foi encontrada viva após 32 anos nos Estados Unidos. O caso foi confirmado pelo Gabinete do Xerife do Condado de Gila, no Arizona, após revisão de evidências com uso de novas tecnologias.

Uma mulher desaparecida há mais de três décadas foi encontrada viva nos Estados Unidos, em um desfecho que surpreendeu autoridades e reacendeu a esperança em casos semelhantes ao de Madeleine McCann, que completa 19 anos neste ano. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (1º) pelo Gabinete do Xerife do Condado de Gila, no Arizona, que confirmou a localização de Christina Marie Plante após 32 anos.

Christina tinha 13 anos quando desapareceu, em 1994, na cidade de Payson, ao sair de casa para visitar o estábulo onde mantinha seu cavalo. Na época, o sumiço foi tratado como suspeito e classificado como caso de pessoa em perigo. Apesar de buscas intensas com apoio de policiais e voluntários, nenhuma pista concreta foi encontrada.

Segundo o comunicado oficial do Gabinete do Xerife do Condado de Gila, a jovem foi incluída em bancos de dados nacionais de pessoas desaparecidas e o caso permaneceu aberto ao longo dos anos, sendo revisitado periodicamente. Ainda assim, a investigação acabou sendo arquivada por falta de avanços.

O anúncio foi publicado pela polícia. (Foto: Divulgação / Gabinete do Xerife do Condado de Gila)

A reviravolta só aconteceu recentemente, com a atuação da Unidade de Casos Arquivados, que utilizou novas tecnologias para desenvolver pistas inéditas. “Após 32 anos, Christina Marie Plante foi localizada viva”, informou a autoridade, destacando que o resultado é fruto da reavaliação de evidências e do uso de ferramentas modernas.

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Apesar da confirmação, detalhes sobre onde ela foi encontrada ou as circunstâncias do desaparecimento não foram divulgados. As autoridades afirmaram que a decisão foi tomada “em respeito à privacidade e ao bem-estar de Christina”.

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