O documentário inédito da Netflix em que Suzane von Richthofen apresenta sua versão de um dos crimes mais chocantes do país segue repercutindo. Um dos trechos que mais chamou a atenção das pessoas que assistiram é o momento em que a condenada aparece dando gargalhadas. O portal Leo Dias explicou, nesta segunda-feira (6), o que motivou os risos.
Suzane foi condenada a 39 anos de prisão, pena atualmente cumprida em regime aberto. O documentário completo, porém, ainda não foi exibido pela plataforma de streaming. Ela foi responsabilizada pela morte dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002.
Em uma das cenas obtidas pelo portal, Suzane aparece rindo ao comentar situações que antecederam o assassinato e momentos vividos na prisão de Tremembé. Segundo Leo Dias, a condenada soltou gargalhadas ao lembrar que quis comer no McDonald’s pela primeira vez após ser presa. De acordo com ela, o pedido teria sido feito do gabinete do promotor.

Outra cena que chamou a atenção de quem gravava o audiovisual foi uma rara demonstração de emoção. Suzane chorou ao falar sobre o irmão, Andreas. Segundo o jornalista, essa é “uma reação rara ao longo de todo o documentário”.
O documentário também teve acesso à vida atual da ex-detenta. Ela aparece ao lado do marido, o médico Felipe Zecchini Muniz, que contou ter entrado em contato com com a mulher pelo Instagram. O objetivo, por sua vez, era apenas para encomendar para as três filhas sandálias que Suzane customizava.

A partir desta conversa, os dois passaram a se relacionar. As filhas do médico também aparecem no longa, em cenas domésticas, como quando surgem ajudando a decorar a casa para o Natal. Suzane também exibe o filho pequeno, expondo a construção de uma nova vida familiar.
Crime que marcou o Brasil
O assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen ganhou notoriedade no país pelo desenrolar das investigações, em 2002. Inicialmente o caso foi tido como latrocínio, mas dez dias depois Suzane, seu então namorado, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian Cravinhos, confessaram o crime. A motivação, segundo eles, foi porque os pais eram contra o namoro. Cristian recebeu pena de 38 anos. Já Suzane e Daniel foram condenados a 39 anos de prisão. Atualmente, o trio cumpre pena em regime semiaberto.
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