Nesta quarta-feira (15), Gabriela comentou sua participação no “BBB 26“. Em entrevista enviada pela Globo à imprensa, a ex-BBB revelou o que faria diferente para seguir no jogo. Ela ainda aproveitou para falar sobre sua relação com Alberto Cowboy e Chaiany ao longo do reality.
“Eu seguiria mais a minha intuição e não ficaria com tantas dúvidas. Lá dentro, é preciso dosar o que você sente internamente com o que acontece externamente. No BBB, não há muito tempo para raciocinar. As coisas acontecem rápido: às vezes, você sente algo de manhã e, à noite, já aconteceu outra coisa. Não dá tempo de respirar, você acaba reprimindo o sentimento”, disse ela.
A estudante de Psicologia também relembrou quando colocou o aliado, Cowboy, no “Castigo do Monstro”: “Eu agi de acordo com o que estava sentindo no momento. Ele tinha me chamado de ‘fraca’, e eu estaria sendo incoerente comigo mesma se não reagisse. Fui muito guiada pelo que sentia e ouvia. Naquele momento, dar o monstro para ele foi o que fez sentido”.

Entre aproximações e distanciamentos no confinamento, Gabriela também manteve uma aliança com o grupo do quarto Sonho de Voar, mesmo sem sentir que ocupava o mesmo espaço de prioridade dentro da estratégia deles. Segundo ela, a escolha foi mais emocional do que estratégica. “Foi por identificação. A casa ficou bem dividida, e nos outros grupos havia pessoas com quem eu tive questões”, pontuou.
Gabi acrescentou: “Eu me identifiquei mais com o grupo [do sonho de voar], tive mais afeto por eles, então escolhi jogar junto. Só que, em alguns momentos, eu sentia que não era prioridade e achava que era coisa da minha cabeça. Eu tenho um jeito reativo e me perguntava se não estava sendo dura demais. Também tinha medo de jogar sozinha e tomar ataques dos dois lados: do grupo sonho de voar e do outro, que não me aceitava de jeito nenhum”.
Um dos vínculos mais fortes da edição foi a amizade construída entre Gabriela e Chaiany. Segundo a jovem, a relação das duas vai “além da disputa”. “Eu e a Chai nos respeitávamos muito. Tínhamos carinho e afeto para além do jogo. Pensávamos de formas diferentes e opostas, mas nosso companheirismo fez a amizade ir além da disputa. Por isso conseguimos dosar bem”, declarou.

Sobre a eliminação de Chai, ela lamentou: “Foi muito difícil! Sofri demais. Parecia que uma parte de mim estava saindo. Quando ela saiu, eu gritei de dor. Abracei e não queria soltar, porque pensei: ‘A hora que eu soltar, ela vai embora’. A Chai foi tudo para mim, um presente no BBB. Ela me escutava em todos os momentos, segurava minha mão… Independente de concordar ou não, estávamos sempre juntas. Tivemos momentos de diversão e de aproveitar cada instante”.
Já fora da casa, Gabriela também comentou a mudança de percepção em relação a outras participantes. Ela declarou torcida para Milena. “Pelas pequenas coisas que vi, pela representatividade, força, história e por ser pipoca, vai para a Milena. Eu disse que a admirava, mesmo com nossos atritos. Pela questão de representar, por tudo que ela já passou, por ser tão difícil chegar ao Big Brother e ter essa oportunidade, e pelo esforço dela em trabalhar para pagar as contas. Então, minha torcida é para ela, apesar de algumas coisas no jogo com as quais não concordei”, concluiu.
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