No último sábado (25), a ex-BBB Samira Sagr virou assunto nas redes sociais após relembrar uma inscrição antiga com seu nome em um ponto turístico de Porto Alegre. A publicação acabou repercutindo e provocou uma resposta da prefeitura, além de uma troca de indiretas com a influenciadora.
Durante a visita à escadaria do Viaduto Otávio Rocha, Samira mostrou o nome escrito à caneta em um dos muros do local. Segundo ela, o registro foi feito há anos, ao lado do nome de um ex-crush. “Aqui, registrado, meus dates na parede, meu amor. Sabe aqueles filmes românticos que você escreve o nome na árvore com um boyzinho, um coração? Era assim”, contou.
hoje eu vim POAR pic.twitter.com/KBSoOJisSw
— Samira 💋 (@samira_sagr) April 25, 2026
Com a repercussão do vídeo, a Prefeitura de Porto Alegre publicou, no domingo (27), um conteúdo nas redes sociais alertando sobre pichações. Sem citar diretamente a ex-sister, a mensagem reforçava que a prática é considerada vandalismo e pode gerar multa: “Nem todo ‘deixar sua marca’ precisa ser literal, né? Pichação é vandalismo e pode gerar multa”.
até a prefeitura quer cancelar a samira apagando o nome dela mds não é possível KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK pic.twitter.com/hp29wA8eup
— archive samira sagr 💋 (@archivesamiras) April 28, 2026
Já nesta terça-feira (28), Samira comentou o caso em tom de brincadeira no X (antigo Twitter): “Por motivos pessoais, estou indo embora do RS e iniciando minha turnê mais cedo que o previsto”.
por motivos pessoais estou indo embora do RS e iniciando minha turnê mais cedo que o previsto. 💋💋💋 pic.twitter.com/1Gbh8QrGZp
— Samira 💋 (@samira_sagr) April 28, 2026
Em nota enviada ao g1, a influenciadora afirmou que a inscrição foi feita em 2024 e reconheceu que a atitude não foi adequada. Segundo ela, não houve intenção de incentivar esse tipo de prática. “Em nenhum momento tive a intenção de incentivar qualquer tipo de pichação ou prática semelhante”, declarou.
Confira a nota na íntegra:
“Isso aconteceu em 2024, em um momento da minha vida em que eu não tinha a dimensão do impacto desse tipo de atitude. Hoje, com mais consciência, entendo que intervir em espaços públicos dessa forma não é adequado e não deve ser feito.
Também quero deixar claro que, ao compartilhar o vídeo, em nenhum momento tive a intenção de incentivar qualquer tipo de pichação ou prática semelhante.
Sigo aprendendo e evoluindo, como qualquer pessoa, e cada experiência também faz parte desse processo.
Ao mesmo tempo, acredito que essa situação também abre espaço para uma reflexão mais ampla. As marcas e pichações naquele local já estavam presentes há bastante tempo, e só ganharam atenção após a repercussão do vídeo.
E como cidadã, espero que esse mesmo senso de urgência se estenda para outras demandas importantes da cidade, especialmente em relação à prevenção de alagamentos e cuidados com a população diante dos períodos de chuva intensa”.
Procurada, a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura informou que não houve ação específica contra pichações no ponto citado. De acordo com o órgão, a parede onde está a inscrição fica em um prédio particular, portanto, não é de responsabilidade da prefeitura.
Segundo o Código de Posturas de Porto Alegre, é proibido pichar ou danificar edificações e monumentos, sejam públicos ou privados. A infração pode resultar em multa que varia de 750 a 2.600 Unidades Financeiras Municipais (UFMs), dobrada em caso de reincidência. Além disso, o responsável deve reparar o dano, removendo as marcas e restaurando a área afetada.
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