Kate Middleton teria sido a primeira integrante da família real a se afastar do ex-príncipe Andrew, segundo um especialista em realeza ouvido pelo Page Six. A esposa do príncipe William não apenas teria interrompido o contato com o irmão do Rei Charles III, como também apoiado sua exclusão de eventos oficiais da monarquia. A decisão estaria ligada à preocupação com a reputação de sua família e da Coroa.
O jornalista Christopher Andersen, conhecido por publicações sobre a família real, está lançando o livro “Kate! A Coragem, a Graça e o Poder da Mulher que Será Rainha”, com detalhes da vida da duquesa. Em entrevista, ele antecipou algumas informações e revelou a reação de Kate diante dos escândalos de Andrew: “Ela foi a primeira integrante da realeza a cortar relações com ele, a lhe virar as costas”.
Middleton também teria atuado para isolar Andrew da vida pública e, segundo relatos, o teria impedido de comparecer a seus eventos, como o concerto de Natal na Abadia de Westminster: “Ele perguntou, por meio de intermediários, se poderia entrar por uma porta lateral”. A resposta da princesa foi direta e deixou claro o motivo da decisão: “Não, não queremos seu rosto nas câmeras”.

Além de estar preocupada com a reputação da monarquia, Kate também teria tomado a decisão para proteger a família. Middleton estaria focada principalmente em blindar o marido, William, que é o próximo na linha de sucessão, e o filho mais velho, George, de 12 anos, que também é um dos herdeiros à espera do trono: “Kate está olhando para o futuro. Ela é a esposa e mãe de um futuro monarca”.
Por fim, o jornalista, que também escreveu um livro sobre a vida de Andrew, afirmou que Kate e William tiveram participação direta no afastamento do ex-príncipe da família real. Segundo ele, o casal teria pressionado o rei para que Andrew perdesse seus títulos e, ainda de acordo com relatos, chegou a evitá-lo durante um funeral, em setembro de 2025.

No mês seguinte, Andrew perdeu parte de seus títulos e funções oficiais na monarquia, em meio às repercussões de sua amizade com Jeffrey Epstein e às acusações feitas por Virginia Giuffre. Ela afirma ter sido vítima de tráfico sexual pelo empresário e de abuso por parte do príncipe quando tinha 17 anos. Andrew negou as acusações e, em 2022, firmou um acordo financeiro com Giuffre.
No início deste ano, Andrew também foi detido pela polícia do Reino Unido, em 19 de fevereiro de 2026, por suspeita de má conduta em cargo público, relacionada ao compartilhamento de informações comerciais confidenciais com Jeffrey Epstein. Ele foi interrogado e liberado no mesmo dia, sem prisão preventiva, enquanto o caso segue em apuração pelas autoridades britânicas.
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