A rainha Camilla já foi uma das “críticas mais ferozes” de Kate Middleton e teria sido realmente contra o casamento dela com o príncipe William. Segundo a biografia “KATE! The Courage, Grace, and Power of the Woman Who Will Be Queen”, de Christopher Andersen, a esposa do rei Charles acreditava que a agora princesa de Gales, era “comum demais” para se casar com William, em 2011.
“Ela não achava que Kate estivesse à altura, por assim dizer”, escreveu o biógrafo, no livro. “Ela era inferior. Não tinha sangue aristocrático”, adicionou o autor. Ele contou ainda que “o palácio não queria realmente” Middleton, que conheceu William enquanto estudavam na Universidade de St Andrews, na Escócia.
“Pessoas como Camilla não a queriam porque acreditavam que ela era comum demais para ser esposa de um futuro rei”, pontuou o biógrafo, alegando que a monarca, hoje com 78 anos, se opôs às “origens de classe trabalhadora” da nora.

Os pais de Kate, Carole Middleton e Michael Middleton, são ex-funcionários da British Airways e fundaram uma empresa de artigos para festas, que segue em funcionamento. Sobre a família Middleton, a rainha supostamente considerava sua matriarca uma “oportunista vulgar” e acreditava reconhecer “uma manipuladora quando via uma”.
“[Camilla] tinha muita consciência de que um futuro rei da Inglaterra deveria, na visão dela, se casar com uma figura da realeza, ou ao menos com alguém da aristocracia britânica”, compartilhou Andersen. A rainha acreditava que o ideal para William não seria “uma descendente de mineradores de carvão cuja mãe cresceu em habitação popular e trabalhou como comissária de bordo”.
A implicância de Camilla com Middleton chegou a gerar um desconforto nas vésperas do dia de seu casamento com William, há quinze anos. De acordo com o livro, a rainha e o rei teriam “ofendido” Kate ao pedir que ela mudasse a inicial de seu primeiro nome, Catherine, de C para K. Eles acreditavam que mais um monograma real com a letra C seria “exagerado”. A situação teria, inclusive, irritado William, que saiu em defesa da esposa.
O autor resgatou o fato de que Camila teria ajudado a escolher a princesa Diana para ser a noiva de Charles, em 1981. “[Camilla] sempre se viu como amante de um rei, não como rainha”, concluiu ele. A união dela com o filho de Elizabeth II foi oficializada em 9 de abril de 2005, mas a história entre os dois começou muitos anos antes do casamento e se estendeu ao longo de décadas.
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