Rafa Kalimann se manifesta após repercussão de documentário e nega ter sido ‘abandonada’ por Nattan; assista

Rafa também esclareceu o trecho do documentário em que afirma ter optado pela indução do parto da filha por conta da agenda do cantor

Rafa Kalimann se manifestou nesta quarta-feira (13) após repercussão de seu documentário “Tempo Para Amar”, no GNT. Ela negou ter sido abandonada por Nattan durante a gestação de Zuza e afirmou que houve distorção de falas sobre a gravidez e o parto no documentário.

Nesta quarta-feira (13), Rafa Kalimann se manifestou após a repercussão em cima de sua série documental “Tempo Para Amar”, que estreou no GNT. Na produção, a apresentadora chegou a relatar ter se sentido sozinha durante a gestação de Zuza e falou sobre um quadro de depressão no último trimestre. No entanto, ela afirmou que não foi abandonada por Nattan.

“Eu não fui abandonada! E eu vim aqui para a gente conversar sobre isso, sobre o documentário, justamente porque eu idealizei ele para gerar essa conversa e apoio às famílias que passam e passaram pela maternidade. Um documentário muito específico e direcionado para esse tema”, começou ela.

Segundo a apresentadora, a narrativa em torno da produção está “distorcida”: “Ontem eu vi vários cortes dele na internet, com uma narrativa super distorcida. Inclusive, eu trago isso no primeiro episódio. Eu falo como isso acontece com frequência na minha vida e como eu não quero continuar lidando com essas narrativas distorcidas”.  

Nattan e Rafa são pais da pequena Zuza, de 4 meses (Foto: Reprodução/Instagram)

Rafa ainda aproveitou para esclarecer a indução do parto de Zuza. No documentário, ela revelou que induziu o parto da filha, perto das 41 semanas de gestação, para conciliar com a agenda do cantor. “A gente optou pela indução de parto, porque estava chegando a 41 semanas e começa a ser preocupante e arriscado para o bebê. Então a decisão da indução parte daí, por proteção à Zuza”, garantiu.

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A influenciadora voltou a reforçar que o parceiro não a abandonou. “O ponto importante aqui é: ninguém me abandonou, o Nattan não me abandonou, essa palavra não existiu no documentário. Quem assistiu ao episódio inteiro sabe muito bem disso. O que eu relatei ali foram conflitos reais, muito profundos. Conflitos muito íntimos, muito pessoais, com emoções difíceis de entender, como é o caso da solidão”, salientou.

Rafa Kalimann sobre indução do parto da filha: “Eu conseguiria adaptar a agenda do Nattan”. (Foto: Reprodução/GNT)

Segundo Kalimann, ela quis passar a verdade para o público: “A ideia de fazer o documentário para mim é passar essa honestidade mesmo, tá? Eu não queria um documentário comercial, de margarina, em que eu mostrasse uma coisa utópica, que não existe, que não tem como ser”.

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Por fim, Rafa acrescentou: “Eu quis mostrar a realidade como ela é, com conflitos, com fragilidades, com amor, com aprendizados, com imperfeições. E existem dificuldades reais que os casais passam durante a gestação, principalmente na gestação de primeira viagem. Então, antes de apontar o dedo e criar uma narrativa de abandono, que além de não existir, ser muito equivocada, eu ainda acho muito perigosa por um tema tão sensível”.

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