Nesta quinta-feira (14), MC Ryan SP desabafou sobre os dias em que ficou detido. Alvo da Operação Narco Fluxo, o funkeiro foi solto na tarde de hoje e também mostrou aos seguidores como foi o reencontro com a namorada, Giovanna Roque.
O MC deixou a Penitenciária II de Mirandópolis (SP) após a Justiça Federal conceder um habeas corpus. Apesar da decisão, ele ainda vai responder ao processo enquanto seguem as investigações.
“Quando Deus está presente em nossas vidas, a fé é maior que os nossos medos e a nossa determinação é maior que qualquer obstáculo. Passei 28 dias longe da minha família, da minha pequena e da minha esposa… Esse tempo só me serviu de aprendizado, a valorizar a família”, escreveu.

Ryan também aproveitou para negar qualquer ligação com atividades criminosas: “Não sou bandido, não lavo dinheiro pro crime e muito menos faccionado… Sou mais um jovem da periferia que venceu com a música e vou provar isso na Justiça”.
Nas imagens, Ryan surgiu ao lado da parceira, com quem tem uma filha, Zoe. O registro compartilhado no Instagram mostra os dois trocando beijos e abraços. O artista também aparece dando entrevistas e entrando em um jatinho com um membro da sua equipe jurídica.
Assista:
🚨 Mc Ryan SP posta vídeo após ser solto da prisão e beijando Gi Roque:
“Quando Deus está presente em nossas vidas, a fé é maior que os nossos medos.. e a nossa determinação é maior que qualquer obstáculo ! Passei 28 dias longe da minha família, da minha pequena e da minha… pic.twitter.com/H86bk7SK9p
— QG do POP (@QGdoPOP) May 14, 2026
Além de Ryan, o cantor MC Poze do Rodo e o dono da página Choquei, Raphael Sousa Oliveira, também foram presos. Poze, porém, saiu da prisão nesta tarde (14), enquanto o responsável pela página ainda aguarda a soltura.
De acordo com a Polícia Federal, os suspeitos utilizavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. A Operação Narco Fluxo investiga uma organização criminosa suspeita de lavar cerca de R$ 1,6 bilhão em dois anos.
A investigação indica ainda que recursos provenientes de atividades ilegais, como tráfico de drogas, jogos de azar e rifas digitais, eram disfarçados como ganhos legítimos ligados ao setor artístico.
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