Ex-BBB Maxiane Rodrigues revela diagnóstico do filho e emociona com relato sensível: “Muitas vezes questionei se eu estava louca”; assista

Influenciadora falou nas redes sociais sobre o processo de investigação e compartilhou mensagem importante

Maxiane Rodrigues publicou um vídeo nas redes sociais para contar que o filho, Joaquim, recebeu um diagnóstico e relatar o processo de investigação conduzido com apoio de profissionais de saúde ao longo do último ano.

Nesta segunda-feira (25), a ex-BBB Maxiane Rodrigues publicou um forte desabafo nas redes sociais, no qual falou sobre o diagnóstico do filho, Joaquim. Em vídeo no Instagram, Maxiane revelou que o pequeno, de 4 anos, foi diagnosticado com TEA (Transtorno do Espectro Autista) nível 1 de suporte.

Segundo Maxiane, o diagnóstico foi fechado no dia 12 de maio, após uma análise aprofundada. “Joaquim recebeu o diagnóstico de TEA nível 1 de suporte (…) A investigação começou no ano passado, quando eu, por conta própria e o apoio de Hélida, uma prima minha, a gente foi para a TO (Terapia Ocupacional), porque eu elenquei muitas características atípicas do meu filho e eu sempre observei, nos mínimos detalhes, o desenvolvimento dele”, revelou.

O grau de Joaquim exige menor necessidade de apoio contínuo no dia a dia e, segundo o Observatório Autista, corresponde ao antigo termo “autismo leve” — caracterizado por dificuldades na interação social e na comunicação, além de comportamentos repetitivos e interesses restritos.

“E na TO eu cheguei desesperada lá, querendo saber o que estava acontecendo com o meu filho. E a partir dali, junto com outros profissionais, com outros terapeutas, a gente conseguiu começar o processo de investigação. Da TO, a gente foi para a fonoaudióloga e, inclusive, foi durante o processo do ‘Big Brother’ isso. A fono falou pra mim sobre um possível transtorno de desenvolvimento, mas que, claro, eu ia precisar procurar especialistas”, contou.

Maxiane desabafou e revelou que o caminho até o diagnóstico definitivo não foi fácil. “Foi um susto muito grande, vieram as incertezas, os medos. Eu muitas vezes questionei se estava louca, se estava exagerando, se não era coisa da minha cabeça. Em nenhum momento eu entrei em estado de negação, nem pela realidade e nem pela possibilidade, porque pra mim o mais importante é o bem-estar do meu filho”, disse.

A ex-BBB também relatou que buscou auxílio de um neuropediatra, que deu início ao processo de investigação. “Inclusive eu trouxe, em muitos momentos, esse debate à tona lá dentro do ‘Big Brother’. E a partir dali, meu filho foi fazendo mais terapias: terapia ocupacional, fonoaudióloga, psicóloga e a terapia de psicomotricidade. Essas quatro terapias em conjunto, com, claro, todo o suporte do neuropediatra, foram fundamentais pra gente entender tudo, que só então dá, de fato, o diagnóstico de TEA”, lembrou.

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“O mais difícil não é o diagnóstico. Acho que o processo de investigação é mais difícil, porque ele traz muita inquietação. Passei muitas noites achando que eu estava maluca. Eu vi muita gente achar que eu estava exagerando, que eu estava doida, que não ia dar em nada. Mas eu sabia que tinham características atípicas e, lá dentro, no fundo, eu tinha certeza”, declarou.

Maxiane reforçou: “Pra mim, o mais importante é garantir qualidade de vida, garantir o bem-estar, garantir que as terapias consigam trazer isso que a gente está vendo, que é a evolução. A evolução lindíssima dele desde o ano passado”.

Maxiane posa com o filho, Joaquim, de 4 anos. (Foto: Reprodução/Instagram)

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Por fim, ela deixou um recado para outras mães que passam pela mesma situação. “Se tem uma coisa que eu quero deixar para as famílias é: investigar não é exagero. Amar também é buscar respostas e, quanto antes a gente observa, mais cedo a gente acolhe, mais cedo a gente entende e garante o bem-estar dos nossos filhos. E o diagnóstico não é destino. E outra coisa muito importante, principalmente para as mães: confia no seu instinto, confia na sua intenção de mãe. Por mais que as pessoas falem que você está exagerando ao observar, confia. Porque o que a gente mais quer é que os nossos filhos fiquem bem. Então, a gente tem que se ouvir muito mais”, concluiu.

Assista ao vídeo completo:

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