Millie Bobby Brown revelou o desejo de aumentar a família durante sua participação no podcast “Not Gonna Lie”, apresentado por Kylie Kelce, nesta quinta-feira (11). A atriz disse que pensa em gerar seu próprio filho com o marido, Jake Bongiovi, após realizar o sonho de adotar uma criança.
Segundo Millie, sua vida mudou “do preto e branco para o colorido” após a adoção de uma menina, em agosto de 2025. “Eu sempre, sempre quis adotar. Sempre fez parte dos meus sonhos de infância”, afirmou ela, contando que acreditava ter adotado suas bonecas quando era criança.
Foi então que a estrela de “Stranger Things” comentou sobre as chances de engravidar no futuro. “Eu nunca fingi que estava grávida, e não é porque eu não queira. Eu espero que isso esteja no meu futuro. Mas, para mim, a adoção sempre fez parte do meu futuro. Adoção é amor. Adoção é para sempre”, declarou.
Millie também dividiu como o processo foi crucial para despertar seu amor pela maternidade. “Tem tanta coisa que eu aprendi, eu fiz tantos cursos, sobre a adoção, sobre como é ser uma assistente social em todos os outros extremos do espectro. Eu frequentei uma faculdade para ser assistente social durante dois anos e depois mudei para [o curso de] veterinária, porque eu amo eu amo animais”, recordou ela.

“Eu realmente adorei o tema sobre adoção nas minhas aulas de serviço social, era tudo pra mim e muito significativo e importante”, completou Brown. Em seguida, a atriz contou como a experiência a fez pensar sobre ter filhos biológicos algum dia.
“Eu também aprendi muito conversando e lendo sobre a experiência de ser mãe biológica e como é essa jornada. Meu marido e eu dedicamos bastante tempo para entender essa história e como é essa jornada. E então, embarcamos nela. Mas, sim, sempre fez parte da minha jornada”, afirmou.
Ao ser questionada sobre qual conselho dar para pessoas que desejam adotar, Millie destacou a importância de não se comparar com outras famílias ou até mesmo com as estatísticas, pois “cada percurso é diferente“. Ela ainda recordou como ansiava para receber a ligação que definiria seu futuro como mãe.
“Isso foi algo pelo qual eu orei todas as noites e eu fiquei muito grata por nossa jornada e nossa bebê estarem aí e por nós termos nos encontrado (…) Pra mim, é muito importante você confiar na sua intuição e foi como se meu instinto dissesse: ‘É isso, esse é a minha menina’. Meus instintos maternos simplesmente afloraram. Quando eu a conheci foi tipo: ‘Isso é tudo, essa é sua filhinha’. E a conexão se estabeleceu imediatamente”, detalhou Brown.
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