Advogada que se arriscou para salvar família em incêndio tem atualização importante no quadro de saúde

Juliane Vieira ficou com 63% do corpo queimado ao salvar a mãe e o primo das chamas

Juliane Vieira, de 29 anos, recebeu alta do Hospital Universitário de Londrina (PR) nesta terça-feira (20). Ela sofreu graves queimaduras em um incêndio no apartamento onde morava em Cascavel (PR), enquanto salvava a mãe e o primo de 4 anos.

Nesta terça-feira (20), Juliane Vieira recebeu alta do Hospital Universitário de Londrina (PR), três meses após ser gravemente ferida em um incêndio que atingiu o apartamento onde morava em Cascavel (PR). A advogada, de 29 anos, ficou com 63% do corpo queimado ao salvar a mãe e o primo de 4 anos das chamas.

Ao portal g1, a assessoria do hospital confirmou a alta, mas não divulgou detalhes sobre o estado de saúde atual de Juliane. No dia 14 de janeiro, havia sido informado que ela estava consciente e respirando normalmente.

Em dezembro do ano passado, Sueli Vieira contou que a filha estava despertando aos poucos do coma induzido e conseguia se comunicar com familiares. A evolução exigiu quase dois meses de recuperação no Centro de Tratamento de Queimados.

Incêndio aconteceu no dia 15 de outubro, no Paraná. (Foto: Arquivo pessoal)

Juliane começou sua internação no Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP), em Cascavel, e no dia 17 de outubro foi transferida de avião para Londrina, pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa-PR).

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O caso

O incêndio aconteceu no dia 15 de outubro, em um apartamento do 13° andar. Imagens que circularam nas redes sociais à época mostram Juliane do lado de fora do prédio, pendurada em um suporte de ar-condicionado, tentando alcançar os familiares. Após conseguir retirar a mãe e o primo do local, ela foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. Veja: [Atenção! Imagens fortes]

Sueli sofreu queimaduras no rosto e nas pernas, além de ter inalado fumaça, o que resultou em lesões nas vias respiratórias. Ela permaneceu internada por 11 dias no Hospital São Lucas, em Cascavel, até ser liberada. Pietro, por sua vez, foi transferido para Curitiba devido à inalação de fumaça e queimaduras nas pernas e nas mãos. O menino ficou 16 dias internado e recebeu alta no fim de outubro.

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Além da família, um dos bombeiros que atuou no resgate sofreu queimaduras nos braços, mãos e parte das costas. Ele foi hospitalizado, mas já recebeu alta. Um segundo socorrista , que teve queimaduras nas mãos, foi encaminhado para atendimento médico e passa bem.

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