Vídeo: Deputado Paulo Bilynskyj segura jornalista Guga Noblat pelo pescoço após troca de provocações: “Por que você me acha violento?”

Guga chegou a comentar o episódio no Instagram

O deputado Paulo Bilynskyj se envolveu em uma briga ao vivo com o jornalista Guga Noblat após ser provocado com um caso do passado. A discussão escalou quando o parlamentar agarrou o pescoço do comunicador. Guga reagiu e Bilynskyj retrucou: “Por que você me acha violento?”.

Durante uma gravação nesta quarta-feira (6), o deputado federal Paulo Bilynskyj se envolveu em uma discussão ao vivo com o jornalista Guga Noblat, depois de ser lembrado sobre um caso do passado. O episódio teve início após uma série de provocações, e quase escalou para agressão física quando o parlamentar agarrou o pescoço do comunicador.

O confronto começou com Bilynskyj criticando a postura de Guga: “Traidor da pátria. Você tem ideia do que está acontecendo com o país ou você só faz propaganda do Lula? Você, presta atenção, você é a tchutchuca do Lula”.

O jornalista tentou manter a calma, mas logo fez uma provocação. “Não precisa me empurrar. Você sabe que eu nunca vou brigar com você. Até porque se você faz o que faz em mulher, imagina o que você faria comigo”, declarou. Foi nesse momento que Bilynskyj questionou: “O que é que eu faço em mulher?”. E o jornalista respondeu: “Você é violento, por que você está pegando meu pescoço? Por quê?”.

Assista:

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Em publicação no Instagram, Noblat comentou o caso com ironia: “Bilinsky perdeu a linha e quase me agrediu, chegou a fazer uma massagem no meu pescoço. Depois de me insultar, ele ouviu na cara que tem fama de ser violento com mulher e achou que ia me intimidar, aqui não, tchutchuquinha do Bolsonaro”.

(Foto: Reprodução/Instagram)

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Relembre o caso

O histórico de violência citado por Guga envolve um episódio ocorrido em 20 de maio de 2020, em São Bernardo do Campo, São Paulo. Segundo as investigações, Paulo Bilynskyj foi baleado por sua então noiva, a modelo Priscila Delgado Barrios, que se suicidou em seguida. A Polícia Civil concluiu que a motivação do crime teria sido ciúmes A perícia encontrou pólvora nas mãos da modelo e marcas de DNA no gatilho da arma usada nos disparos. Priscila havia deixado Curitiba para morar com o delegado, com quem mantinha um relacionamento de apenas três meses.

Apesar da conclusão da Polícia Técnico-Científica de que se tratou de tentativa de homicídio seguida de suicídio, a Corregedoria da Polícia Civil ainda apurou a conduta do delegado na esfera administrativa. O Ministério Público arquivou o inquérito em 2021, após a morte de Priscila. A família da modelo, no entanto, segue buscando respostas. O advogado dos pais dela afirmou que eles ainda querem saber se houve algum tipo de instigação ao suicídio por parte do delegado.

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