Uma influenciadora de conteúdo adulto viralizou após afirmar que seu piercing íntimo foi responsável pelo fim de um casamento. Em um vídeo publicado nesta quarta-feira (14), Dani Motta explicou que tudo começou após uma ida à praia, que evoluiu para uma briga com a esposa do rapaz.
Segundo a influenciadora, a confusão ocorreu em uma praia de Florianópolis, em Santa Catarina, no início de janeiro, quando ela gravava vídeos e tirava fotos de biquíni. Dani relatou que uma mulher se aproximou para criticá-la por causa de um piercing íntimo que marcava o biquíni. “Gente, é a segunda vez que está acontecendo isso. Só pelo fato de eu ter piercing, as pessoas ficam me discriminando na praia”, disse.
No vídeo, a mulher aparece exaltada e faz acusações: “Pode gravar, pode gravar essa cena feia. Você tem que respeitar os casados, as crianças que estão passando aqui. Aqui não é lugar de vagab*nda”.
Assista:
Influenciadora relata constrangimento em praia de Florianópolis por usar piercing íntimo. Dani Motta desabafou após ser abordada por frequentadora que criticou seu visual. pic.twitter.com/Mxd0GoqoVG
— Portal Roma News (@RomaNewsOficial) January 14, 2026
Após a repercussão do vídeo, Dani contou que recebeu uma ligação da mulher envolvida na confusão. Segundo ela, esperava um pedido de desculpas, mas a conversa também teria tido um tom agressivo. A influenciadora ainda divulgou um vídeo que afirma ter recebido da mulher, no qual ela relata o episódio na praia.
Na gravação, a anônima diz: “Essa semana fomos à praia e uma tribulada enviada por Satanás parou na nossa frente para posar, tirar foto com a amiga, fazer vídeo com um biquíni minúsculo e um piercing lá embaixo. Vocês acreditam nisso? Na safadeza dessa mulher, promíscua”.
De acordo com o relato de Dani, a situação teria se agravado depois que a mulher descobriu que o marido era assinante de seus conteúdos privados, o que teria levado ao fim do casamento.
Confira:
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Em nota divulgada pelo Na Mira, do Metrópoles, a influenciadora lamentou o ocorrido. “É inaceitável que uma mulher seja hostilizada e responsabilizada pelo comportamento de terceiros, em uma clara tentativa de culpabilização da vítima. O corpo de uma mulher não é objeto de julgamento público. A liberdade de ir e vir, de usar o que bem entender e de fazer as escolhas que quiser sobre seu próprio corpo é um direito que não pode ser violado”, declarou.
Segundo especialistas ouvidos pelo portal, a exposição de um piercing íntimo em local público pode ter diferentes interpretações legais. Se houver hostilização ou ofensa, a pessoa abordada pode registrar ocorrência por crimes como injúria ou difamação. Por outro lado, apenas em casos de exposição intencional, ostensiva ou com conotação sexual é que a situação pode ser enquadrada como ato obsceno.
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