“Quarto do Pedrinho”: Jornalista relata caso assustador em apartamento de São Paulo, com direito a quarto secreto e desfecho BIZARRO, e viraliza na web; saiba tudo e veja fotos do local!

Novela, BBB? Não… o que manteve os internautas atentos nesta semana foi uma história assustadora — e, reza a lenda, real — no Twitter, intitulada “Quarto do Pedrinho”. Em seu perfil na rede social, o jornalista Paulo Terron contou um caso bastante curioso de quando seu amigo, o produtor musical Boss In Drama, alugou um apartamento todo sinistro no centro de São Paulo. Logo, diversas coisas “de outro mundo” começaram a acontecer no local… e a gente já avisa, só leia essa matéria se tiver o coração forte! Kkkk

Em uma thread que, até agora, acumula mais de 96 mil curtidas e 24 mil comentários, Terron iniciou seu relato de maneira simples: contando algo que aconteceu com seu amigo. “Acabei de me lembrar de uma história que me intriga há anos. Um amigo (ele que se manifeste aqui!) uma vez alugou um apartamento que tinha um quarto trancado. Alugaram o apartamento pra ele, disseram que não podia abrir aquele quarto E ELE ACEITOU DE BOA”, afirmou. Amado… cadê a curiosidade?

Sem nomear Boss In Drama, que só se identificou como inquilino do “apartamento assombrado” mais tarde, Terron disse que os moradores do lugar aproveitavam que os cômodos eram grandes e faziam muitas festas. Nisso, o quarto trancado começou a fazer sucesso. “Virou um lance meio folclórico, falavam que tinha um cara preso lá dentro. Deram até nome: Pedrinho. Nas festas, tinha gente que jurava que se vc batesse duas vezes na porta, o Pedrinho batia uma vez de volta”, relatou.

Para completar, o edifício onde o apartamento estava localizado era uma atração por si só. “O prédio era sinistro: parece que muita gente pulava do vão. Meu amigo chegou a presenciar uns casos. E tinha um lance da cobertura, de umas pessoas da alta sociedade dos anos 50 que se encontravam lá meio escondidos. Isso eu preciso pesquisar”, disse o jornalista. E acrescentou um detalhe bem bizarro: “Outra coisa interessante desse apartamento é que a conta de luz sempre vinha alta. Mesmo se ficasse tudo desligado, com todo mundo viajando”. 

Na época, Boss In Drama não morava sozinho; outras pessoas dividiam o apartamento junto — e cada um teve uma experiência bizarra no local. “Um dos caras da república curtia terror, então eu sempre conversava com ele sobre uns assuntos bizarros. Ele me contou que estava sozinho um dia e, entediado, decidiu brincar de hitori kakurenbo. Hitori kakurenbo é tipo esconde-esconde, mas você brinca (joga?) sozinho. Ou, presumidamente, com um espírito. Aí ele achou que seria uma ótima ideia jogar com o Pedrinho”, explicou. É assim que filmes de terror começam… kkkk

“Tem um monte de regra esse lance, você pode ver no Google, mas parece que o principal é: SEMPRE ENCERRE O JOGO. Pois ele começou, se escondeu, nada aconteceu e ele foi desistiu e foi jogar videogame. […] Ele não ligou os fatos na época, mas começou a ter um sonho recorrente: quase todos os dias sonhava que estava sentado em cima de uma caixa grande, preta, tipo um baú. E do nada aparecia uma espingarda e dava um tiro na cabeça dele. Sempre o mesmo sonho”, disse Terron. A espingarda, aliás, é um detalhe bastante importante, que volta no fim da história

Além deste caso, houve muitos outros momentos estranhos dentro do apartamento. “Meu amigo inventou de acender um daqueles lances de fumaça que usa em estádio DENTRO DO APARTAMENTO (estarmos vivos é milagre) e ficou tudo vermelho/rosa. Não dava pra ver quase nada. Estávamos na sala e vi alguém passando no corredor. Não tinha mais ninguém no apartamento”, relatou o jornalista. E continuou: “Teve uma virada de ano em que todo mundo do apartamento viajou. Viajaram juntos, inclusive. Quando voltaram, o porteiro tinha UMA ADVERTÊNCIA PARA CADA DIA. Os vizinhos ligavam para reclamar do barulho no apartamento. Ninguém mais tinha a chave”. 

Calma, tem mais! “Teve uma amiga que foi ao apartamento, tirou o anel para lavar as mãos e o anel sumiu. Puf! Do nada. Colocou na pia, lavou a mão, não estava mais lá. Procurou no chão e em tudo quanto é lugar. Nada”, lembrou. “E aí o cara do esconde-esconde um dia estava pintando um quarto que tinha uma janela que dava para o corredor do Quarto do Pedrinho. Eis que passa alguém na janela e claramente diz ‘oi’ pra ele. Não tinha mais ninguém lá. Ele foi até ver se as portas estavam trancadas. Estavam”, Terron contou. Olha, a gente já tinha se mudado no primeiro dia… galera de coragem!

“O povo do apartamento conhecia o vizinho. Que, no caso, era parede com parede com o Quarto do Pedrinho. Uma vez já eram 2 e tantas da manhã e ele mandou uma mensagem pedindo para eles pararem de tocar a música que estava no repeat, segundo ele, há horas. Eles não estavam ouvindo nada”, disse.

Os moradores do apartamento, é claro, preferiam fingir que nada acontecia. No entanto, um dia, Boss In Drama teve um susto: “Ele abriu os olhos na cama e tinha uma criança parada ao lado dela, olhando pra ele. A criança disse: ‘agora é tarde demais, ele descobriu o seu nome’. Virou as costas e saiu. Ele acordou suando”. 

O motivo para morar no local sinistro, é claro, era apenas um: o aluguel super barato para a região. Aparentemente, nenhum dos inquilinos anteriores tinham ficado muito tempo por lá. “Fora o Quarto do Pedrinho, tinha mais coisa estranha lá. Um dos quartos tinha um cofre grande e trancado. Tinha muita louça antiga e cristal. As paredes de um quarto eram decoradas com umas rosas negras. Eles rasparam e pintaram, mas passava um tempo e o contorno delas reaparecia”, disse Terron.

Após todos esses relatos impressionantes, o Twitter já estava bastante atento e louco para descobrir como a história terminava. No entanto, o jornalista interrompeu a  “programação” para avisar que só continuaria no dia seguinte. Isso, é claro, só serviu para atiçar ainda mais a curiosidade de todo mundo.

Hoje (17), a história foi concluída — e rolou até fotos do local. “Voltando ao apartamento do Quarto do Pedrinho, meu amigo gostava de tirar essas fotos instantâneas, tipo Polaroid. Só que toda vez que ele tirava no apartamento, a primeira queimava. Não tinha jeito. A primeira sempre saía queimada”, começou Terron novamente.

Finalmente, os moradores do apartamento sinistro resolveram abrir o Quarto do Pedrinho. “POIS BEM. Um dia eles resolveram abrir a porta do Quarto do Pedrinho: não por causa de tudo de estranho que acontecia, veja bem, mas porque acharam que poderiam usar o espaço do quarto. Esta é a parte mais difícil de acreditar, mas é a mais pura verdade: saíram, compraram um kit de costura (para não estragar a tesoura da casa) e foram abrir a porta COM A AJUDA DE UM TUTORIAL ONLINE”, disse Terron.

E o que tinha dentro do Quarto do Pedrinho?! Muita coisa… mas algo em específico impressionou: “No fundo tinha um baú, com uma espingarda apoiada nele. Em cima, um monte de cristais, pedras, e um anel. De um lado, uma camiseta suja com algo que parecia sangue. Do outro, roupas infantis. O baú estava trancado”.

Os moradores ficaram assustados e ligaram para a imobiliária, que disse que o proprietário do apartamento estava viajando. No entanto… “No dia seguinte, duas pessoas bateram na porta. Sem serem anunciadas pelo porteiro pelo interfone, nada assim. Disseram que o proprietário tinha mandado eles pegarem o baú. Pegaram e foram embora”, falou.

E agora, se preparem para a parte mais bizarra de tudo! “Mais tarde ligou o proprietário. Queria saber que baú era esse que estava no quarto, que ele nem sabia. E FALOU QUE NÃO TINHA MANDADO NINGUÉM BUSCAR NADA. A imobiliária também não. FIM”, concluiu. Veja a foto da famosa espingarda:

E há outras fotos do apartamento também:

Para completar, a história foi tão comentada e chamou tanta atenção, que muitos quiseram saber mais detalhes. De acordo com o portal o UOL, o edifício em questão é o Baronesa de Arary, na Avenida Paulista. Um livre sobre o prédio revelou que ele já foi símbolo da alta classe que morava na região nos anos 1960, mas foi interditado no início dos anos 1990, “por conta da degradação e má segurança”.

Outra curiosidade: o chef Fogaça foi eleito síndico do prédio no ano passado, e depois de assumir a função, sua saúde sofreu com ossos quebrados e pneumonia.

Como nem tudo é só desgraça, foi no apartamento do “Quarto do Pedrinho” que músicas maravilhosas foram feitas com artistas como Ludmilla, MC Catra e Karol Conka.

Será que se a gente escutar as músicas com atenção, vai ouvir o Pedrinho no fundo? Kkkk