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Ué, voltou?! Família crema gato de estimação e fica aterrorizada ao vê-lo de volta na porta de casa: “Ainda estamos em choque!”; entenda o caso!

Gente, que loucura! Kkkk A britânica Rachel Fitzsimons e sua família passaram um sufoco danado no início do mês, após enterrarem o gatinho de estimação da família e, dias depois, darem de cara com o animal “vivinho da Silva” na porta de casa. O que é isso?! Um filme de terror?

No dia 19 de maio, Rachel, o marido e seus dois filhos ficaram desesperados com o desaparecimento do gatinho Frankie, de 16 anos. A família, que mora na cidade de Warrington, na Inglaterra, passou dias buscando pelo pet, mas não conseguiram nenhuma pista de onde ele poderia estar. Posteriormente, a equipe da Agência de Rodovias encontrou um gato morto numa estrada e o levou para a clínica veterinária. Fitzsimons foi alertada sobre a chegada do bichano, que correspondia bastante às características de Frankie.

“As manchas combinavam com as dele e moramos perto da rodovia, então tínhamos certeza de que era ele”, recordou a britânica em entrevista para a BBC. Os profissionais tentaram fazer a identificação oficial do animal por meio de um chip. Acontece que eles não conseguiram fazê-lo por conta da gravidade de todos os ferimentos. Certa de que o gato era realmente Frankie — e sem estrutura para ver seu corpo dilacerado —, ela e a família acreditaram no “sexto sentido”, e acabaram organizando uma cerimônia de despedida para cremar o bichinho.

Gato Frankie
Frankie está de volta para sua casa e ainda visita seu “clone” que morreu. Foto: Reprodução

Fim da história, certo?! Nada disso! Dias depois, praticamente ressurgindo da terra dos mortos, Frankie apareceu na porta da casa e deixou a família desesperada, sem saber o que estava acontecendo: milagre ou assombração?! “Então ele voltou, frágil e faminto, mas vivo. Ele estava enlameado e muito magro, miando para entrar como se nada tivesse acontecido. Todos choramos e ainda estamos em choque! Ele é tão sortudo!”, disse Rachel.

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Mas… E o gato cremado?! “Cremamos o gato de outra pessoa!”, concluiu Fitzsimons. “Gostaríamos de saber qual animal de estimação cremamos”, completou a britânica. Ainda sem descobrir quem poderia ser o tutor do animalzinho, a família manteve as cinzas dele do mesmo jeito que estavam antes — no quarto do filho de Rachel, o pequeno Remy. Vez ou outra, o “memorial” do gatinho recebe a visita do sortudo Frankie e suas seis vidas restantes… Kkkk