Uma pessoa que trabalhou com Jared Leto em uma das turnês do Thirty Seconds to Mars revelou os bastidores caóticos do período em que passou com o artista. O profissional deu seu relato ao Page Six após Leto ser acusado por quatro mulheres de conduta sexual criminosa. Segundo a testemunha, o vencedor do Oscar “não é uma boa pessoa“.
O ex-colega de equipe afirmou que a convivência com o astro era difícil e descreveu um ambiente de trabalho desconfortável durante a turnê. “Ele não é uma boa pessoa. Não há alma por trás do olhar dele”, declarou.
Segundo o contato, o comportamento de Leto afetava diretamente quem trabalhava ao seu redor: “Ele transmitia uma energia horrível enquanto trabalhávamos com ele e deixava as pessoas desconfortáveis. Era muito difícil conversar com ele, se é que ele tentava conversar conosco”. A testemunha também alegou que o cantor fazia exigências consideradas excessivas aos integrantes da equipe. Entre elas, estariam pedidos para que assistentes mantivessem portas abertas e carregassem sua capa.
A fonte ainda afirmou que as acusações divulgadas recentemente não surpreenderam pessoas próximas ao músico. “Pessoas que o conhecem há anos também disseram que ele tem muitos problemas com mulheres. Todos na indústria da música sabem que um dia ele terá que prestar contas”, declarou.

O relato veio à tona após o lançamento do documentário da BBC “Jared Leto: O Segredo Obscuro de Hollywood” (em tradução livre). A produção reúne depoimentos de dez mulheres que acusam o ator e cantor de má conduta sexual. Quatro delas, identificadas pelos pseudônimos “Clara”, “Alex”, “Isabel” e “Etta”, afirmam que os episódios aconteceram entre 2002 e 2016, quando ainda eram adolescentes.
Em nota enviada ao Page Six, o artista negou todas as acusações. “Nunca agredi sexualmente ninguém em toda a minha vida. Essas alegações são absoluta e categoricamente falsas”, declarou. Relembre os detalhes, clicando aqui.
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