Copa do Mundo 2026: Matheus Cunha explica real motivo de provocação com títulos do Brasil aos japoneses; assista

Cunha lamentou as falas de um atacante japonês sobre a Seleção Brasileira, tendo em vista o respeito que existia pelo time adversário

Matheus Cunha explicou a provocação aos jogadores japoneses que estavam no banco de reserva, com os títulos do Brasil na Copa do Mundo. O atacante apontou sua real intenção e enfatizou como o respeito dos adversários deveria ser recíproco.

Matheus Cunha explicou a provocação aos jogadores japoneses que estavam no banco de reserva após o Brasil vencer o Japão por 2 a 1, nesta segunda-feira (29), na Copa do Mundo. Em entrevista na zona mista, o atacante afirmou que a atitude foi para colocá-los “no lugar deles”, ressaltando o respeito que os brasileiros sempre tiveram pelo time adversário.

Ao final da partida acirrada, Cunha fez um gesto com a mão espalmada, indicando as cinco estrelas que a Seleção Brasileira conquistou em Copas do Mundo. “I have five (Eu tenho cinco, em tradução livre)“, soltou o jogador, pedindo para os japoneses “abaixarem a bola”.

Espia só:

“É bonito ver onde o Japão está chegando com esse futebol, a única coisa que eu disse pra ele foi: ‘Para falar do Brasil, você precisa lembrar que a gente tem 5 estrelas’. O quão grande é essa camisa, e o quanto a gente fez para representar. Não é sobre a gente, é sobre todo mundo que esta por trás, que tanto torce e se sente privilegiado de ver a gente entrar lá e usar essa camisa. Foi mais por querer representar essas pessoas do que por mim mesmo, depois conversaram e tudo certo”, afirmou Cunha.

Assista:

Em outros trechos liberados pelo Globo Esporte, o atacante brasileiro ressaltou o respeito pelos adversários lamentou a declaração atravessada do atacante japonês Kento Shiogai. “A gente sempre tem tanto respeito pela seleção japonesa, fala com orgulho o quão difícil é jogar contra eles, o quanto eles melhoraram no futebol mundial. É uma das seleções, para mim, de melhor futebol. E muita gente falando sobre isso, meus amigos me mandaram”, disse.

Continua depois da Publicidade

“Infelizmente, esse jogador teve essa fala contra a gente e pouco conhecimento da nossa seleção. É sempre muito bom relembrá-los que a gente sempre tenta ser muito humilde, simples e não quer ser melhor do que ninguém, mas jamais tem alguém melhor do que a gente”, analisou ele, em seguida.

Cunha pontuou que a atitude foi muito além de uma simples provocação, mas também por não aceitar pessoas de fora criticando o Brasil. “É bom colocá-lo no lugar dele e espero que das próximas vezes ele possa ter mais tranquilidade e saber com quem ele vai se meter. Minha intenção não foi virar meme. Foi provocá-lo, porque a gente sentiu, a gente sabe o quanto é histórica essa camisa e quanto a gente batalhou para estar vestindo. Então ter alguém que não é nem brasileiro para falar da gente dói ainda mais. A gente falar da gente a gente até aceita, mas de fora a gente se fecha e briga contra qualquer um”, cravou.

Continua depois da Publicidade

Cunha ficou em campo até os 20 minutos do segundo tempo e saiu para a entrada de Gabriel Martinelli. O camisa 22, inclusive, marcou o gol da vitória na virada para a Seleção Brasileira. Antes disso, Casemiro foi o responsável por empatar o jogo.

Agora, o Brasil aguarda o vencedor do confronto entre Noruega e Costa do Marfim, nesta terça (30), às 14h (horário de Brasília), para saber o seu adversário da próxima partida. A Seleção volta ao campo no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

Siga o Hugo Gloss no Google Discover e acompanhe nossas notícias