Copa do Mundo 2026: Técnico da Inglaterra reage a rumores de que Seleção Inglesa usará Viagra em partida contra o México; assista

Técnico respondeu às especulações sobre um suposto uso do medicamento antes do duelo contra o México

O técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, negou com bom humor os boatos de que a seleção usaria Viagra para combater os efeitos da altitude na Cidade do México. A declaração foi feita em coletiva antes do confronto contra o México pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

Às vésperas do confronto entre Inglaterra e México pelas oitavas de final da Copa do Mundo, uma reportagem publicada em tabloides britânicos levantou a possibilidade de a Seleção Inglesa recorrer ao uso de Viagra para amenizar os efeitos da altitude da Cidade do México. Questionado sobre o assunto neste sábado (4), o técnico Thomas Tuchel reagiu com bom humor e negou que a informação fosse verdadeira.

A especulação surgiu após jornais, como o The Sun, afirmarem que o sildenafil, princípio ativo do Viagra, poderia ser utilizado para melhorar a circulação de oxigênio em locais de grande altitude, como a capital mexicana, situada a mais de dois mil metros acima do nível do mar. As publicações também afirmaram que a Agência Mundial Antidoping (WADA) poderia autorizar o uso da substância para essa finalidade.

Durante a entrevista coletiva, Tuchel tratou de encerrar os rumores. “A informação não procede, não é verdade”, afirmou o treinador, entre risos.

Embora tenha desmentido a notícia, Tuchel reconheceu que ele e seus jogadores sentiram os efeitos da altitude desde a chegada ao México. “Sentimos até mesmo se não treinarmos. Senti um pouco de dor de cabeça, não dormi tão bem quanto nos dias anteriores. Mas nada que não possa suportar. Acho que os jogadores sentiram isso nos primeiros minutos do treino, mas, ao mesmo tempo, podiam ter esperança de que melhorasse. É assim mesmo, fisicamente não conseguimos adaptar, é simplesmente impossível”, explicou.

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O comandante também destacou que a Seleção Mexicana costuma tirar proveito das condições locais, especialmente no início das partidas. “Estamos aqui um dia antes para pelo menos vivenciar isso, para não termos que passar por todas as primeiras experiências tantas vezes. Então, teremos que melhorar, especialmente na trajetória da bola e na falta de ar. Acho que não é coincidência que o México comece seus jogos em casa muito forte e agressivo, porque os primeiros 15 ou 20 minutos talvez sejam os mais difíceis para nós”, avaliou.

Assista:

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México e Inglaterra se enfrentam neste domingo (5), às 21h (horário de Brasília), pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Quem avançar enfrentará nas quartas o vencedor do duelo entre Brasil e Noruega.

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