50 Cent reage a críticas de que produziu série sobre Sean “Diddy” Combs apenas por rivalidade

Rapper assumiu sua rivalidade com Diddy, rebateu as críticas sobre série da Netflix e celebrou o sucesso do projeto

50 Cent comentou, em entrevista ao Gold Derby, as críticas sobre sua atuação como produtor executivo do documentário Sean Combs: The Reckoning, da Netflix, ao ser questionado sobre a motivação por trás do projeto envolvendo seu rival Sean “Diddy” Combs.

50 Cent reagiu às críticas de que teria entrado como produtor executivo do documentário “Sean Combs: The Reckoning”, da Netflix, apenas por rivalidade com Sean “Diddy” Combs Em entrevista ao Gold Derby, publicada na última semana, o rapper deixou claro que não se incomoda com o rótulo.

“Eu aceito isso. Eu assumo. Estou bem com isso. Tenho umas atitudes brincalhonas nas redes sociais com as quais já me acostumei. É isso”, disse o artista. Apesar de reconhecer o ceticismo em torno de sua participação no projeto, 50 Cent destacou que o desempenho da série no streaming prova que o conteúdo vai além de um simples ataque pessoal.

“No começo, caracterizaram como um ‘hit piece’, mas era porque não tinham assistido”, afirmou. “Depois que viram, todo mundo mudou de ideia e virou o documentário número um”, acrescentou. “Hit piece” é um conteúdo midiático com o objetivo de difamar ou atacar a reputação de alguém, usando informações tendenciosas ou até mesmo falsas para manipular a opinião pública.

O rapper também confessou surpresa com a repercussão da produção, que chegou a ultrapassar “Stranger Things” no ranking da plataforma. “Eu sentia que seria um grande sucesso, mas não esperava passar de ‘Stranger Things’, porque é uma franquia gigantesca”, admitiu.

Assista:

Do outro lado, Sean Combs, que atualmente cumpre pena de 50 meses de prisão após condenações relacionadas a crimes de prostituição, criticou duramente a participação de 50 Cent no projeto. Em nota enviada à Variety, um representante do rapper classificou o rival como “um adversário de longa data com uma vingança pessoal” e descreveu o documentário como um “ataque vergonhoso”.

“A Netflix se baseou em imagens roubadas, que nunca foram autorizadas para divulgação”, afirmou o porta-voz em declaração publicada em 1º de dezembro. “É injusto e ilegal que a plataforma se aproprie desse material”, completou.

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A equipe da produção rebateu as acusações. A diretora Alexandria Stapleton garantiu que todo o material foi obtido de forma legal. “As imagens chegaram até nós, foram adquiridas legalmente e temos todos os direitos necessários”, declarou também à Variety.

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