Após sofrer complicações da Covid-19 e ter perna amputada, ator Nick Cordero pode estar com hemorragia interna; saiba os detalhes

O quadro de saúde do ator Nick Cordero após contrair a Covid-19 segue muito delicado. Em entrevista para o “CBS This Morning” nesta quinta-feira (30), Amanda Kloots, esposa do artista, deu detalhes sobre a luta de Cordero contra a doença.

De acordo com a dançarina, o astro dos musicais da Broadway está em coma induzido e deveria começar a se alimentar por tubo hoje, porém os resultados dos seus exames não permitiram isso. “Infelizmente, esta manhã, o hemograma dele estava muito, muito baixo. O nível baixo pode significar que ele está sangrando internamente de algum lugar, então agora temos que esperar”, revelou.

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Durante a conversa, a dançarina explicou que uma de suas maiores angústias é o fato de não ter conseguido dar um abraço no marido. Ela acreditava que veria o canadense voltar do hospital cerca de duas horas depois que ele buscou atendimento, mas ele foi internado e segue lá desde então. “Ah, é aterrorizante. E para ser sincera, eu nem entendi o que tudo isso significava”, desabafou.

Amanda recordou que Nick chegou a apresentar uma melhora significativa, mas contraiu uma infecção repentina e eles tiveram que reiniciar seu coração depois que ele não teve pulso por dois minutos. “A ligação naquela manhã deveria ser: ‘Vamos tirá-lo dos respiradores hoje porque ele está indo muito bem'”, contou. “Foi uma nova infecção. Eles disseram: ‘Amanda, estamos tentando levá-lo a uma máquina de ECMO o mais rápido possível, isso salvará sua vida”, recordou.

Algumas semanas atrás, Kloots precisou tomar a difícil decisão de autorizar a amputação da perna direita do marido. A medicação usada no tratamento contra o coronavírus causou coagulação e impediu que o sangue chegasse aos pés do ator. O uso de anticoagulantes causou hemorragia interna e foi necessário optar pelo procedimento.

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“Ele é dançarino, ator, artista. Não foi uma decisão fácil de tomar”, comentou. A dançarina comentou que a torcida das pessoas tem sido fundamental durante esses tempos difíceis. “Sinto como se houvesse um exército de pessoas atrás dele, atrás de nós, e eu apenas acredito – sinto calafrios ao dizer isso – só acredito que ele acordará”, falou.