Blake Lively e Ryan Reynolds estão sendo acusados de dever milhões de dólares para empreiteiros responsáveis pela obra da ‘casa dos sonhos’ do casal. De acordo com o TMZ, a construção da residência em Nova York vem perdendo forças desde o final de 2025 e, agora, estaria paralisada.
Segundo o site, cinco empreiteiras e subcontratadas registraram, em abril, ações contra a propriedade de 110 acres (mais de 445 mil metros quadrados) dos artistas, em Lewisboro, Nova York. As companhias alegam que têm, juntas, cerca de US$ 2,1 milhões (cerca de R$ 10,5 milhões) a receber por serviços não pagos.
A luxuosa residência estaria em construção há anos e deveria incluir uma casa principal de aproximadamente 1.350 metros quadrados, piscina, academia e outros recursos de alto padrão. Apenas uma das construtoras entrou com uma cobrança superior a US$ 1,35 milhão, relacionada a trabalhos como estrutura, encanamento, climatização, elétrica, drywall e alvenaria.
O casal já havia expressado o quão importante era o investimento no local, desde que comprou o terreno, por meio de uma LLC (Empresa de Responsabilidade Limitada, em português), em 2018. Durante uma audiência de planejamento em 2022, Blake teria descrito a comunidade local como “o paraíso” e dito que o esposo e ela estavam “desesperados para começar as obras”.
A construção, porém, se encontra paralisada. O projeto teria desacelerado no fim do ano passado, antes de parar completamente em 2026.

O momento também chamou atenção porque o casal passou meses lidando com a intensa batalha judicial de Blake contra Justin Baldoni sobre os bastidores do filme “É Assim que Acaba”, encerrada no início de maio, em um acordo sem compensação financeira. No fim, nenhum dos envolvidos recebeu dinheiro e, juntos, eles teriam gasto cerca de US$ 60 milhões, aproximadamente R$ 340 milhões, em despesas judiciais.
Especialistas ouvidos pelo TMZ afirmaram que os custos incluíram honorários de advogados que cobravam mais de US$ 1.500 (cerca de R$ 8,5 mil) por hora, além de consultores estratégicos, análise forense de mensagens, gerenciamento de reputação e investigações internas.
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