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Conhece Beth Reekles? Autora de ‘A Barraca do Beijo’ surpreende com carreira fora da literatura

Victoria Nascimento - Publicado em 10/08/2018 às 16:02
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Aos 15 anos a jovem Beth Reekles, uma jovem do sul do País de Gales, escreveu ‘A Barraca do Beijo’ e só sete anos depois pode sentir que havia criado um verdadeiro fenômeno. Você provavelmente já viu o filme com Joey King e Jacob Elordi sem saber que a criadora da história é uma jovem de 23 anos, formada em física e que ainda não tinha sentido a fama de verdade. Durante passagem pela Bienal do Livro de São Paulo, a escritora conversou com o UOL e revelou que só aqui percebeu que é realmente famosa.

A jovem que vive e trabalha em uma empresa de energia no País de Gales não conseguia esconder sua surpresa com a calorosa recepção do público brasileiro. Formada em física, quando começou o livro, Beth tinha a escrita como hobby desde a adolescência. Atualmente, segundo ela, ser autora toma quase tanto de seu tempo quanto o trabalho em período integral.

a few more from my whirlwind weekend in São Paulo at the #bienaldolivro 💋🇧🇷

Uma publicação compartilhada por Beth Reekles (@authorbethreekles) em

Publicado originalmente em 2012 depois de ter mais de 20 milhões de acessos na plataforma Wattpad, o primeiro livro da britânica ganhou um filme homônimo que também segue batendo recordes na Netflix. Segundo levantamento do serviço da plataforma de Streaming, uma a cada três pessoas que viram a comédia romântica repetiram a dose. Sobre a possibilidade de uma sequência da história de amor que conquistou o público, Beth Reekles foi direta:

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“Não é porque eu escrevi uma sequência que necessariamente teremos um segundo filme. Então não posso prometer nada”. A autora também explicou o porque não acompanhou as filmagens em tempo integral.

“Eu estava em um trabalho diferente na época das filmagens, então não consegui acompanhar muito. Mas tive a oportunidade de ir para a Cidade do Cabo por uma semana enquanto eles filmavam e amei cada segundo que estive lá. Tinham cenas que eles filmavam mais de 20 vezes. As pessoas me diziam que se eu tivesse de saco cheio daquilo podia voltar pra casa, mas que nada, eu estava encantada. Aquilo era mágico”, relembrou Beth.