O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou nesta quinta-feira (8) que tomou uma decisão sobre a carta enviada por Sean “Diddy” Combs. No documento, o magnata da música pediu clemência. A resposta do chefe de Estado foi dada em entrevista ao The New York Times.
De acordo com Trump, o perdão não será concedido a Diddy ou a qualquer outro famoso. O restante do teor da carta não foi divulgado pelo presidente. Os advogados do rapper também não comentaram o assunto. Trump chegou a dizer que tinha uma boa relação com Diddy antes de ingressar na política.
Segundo ele, o rapper se tornou “hostil” e passou a criticá-lo após sua primeira eleição, o que tornaria um perdão “mais difícil”. Diddy foi condenado a 50 meses de prisão no ano passado por crimes relacionados a prostituição. A defesa alega que ele é inocente e recorre com a justificativa de que houve injustiça no julgamento.

Outros nomes citados por Trump em que ele descartou conceder perdão foram a Nicolás Maduro, Robert Menendez e Sam Bankman-Fried. O presidente da Venezuela é acusado de narcoterrorismo e conspiração para importar cocaína aos EUA.
Já Menendez foi condenado por trocar influência política por ouro, dinheiro e um Mercedes-Benz. Por fim, Bankman-Fried foi condenado por roubar bilhões de dólares de clientes de sua empresa de criptomoedas.
Em relação ao ex-policial Derek Chauvin, Trump afirmou que não foi procurado para conceder perdão. Chauvin foi condenado pelo assassinato de George Floyd durante uma abordagem em 2020. Ele imobilizou a vítima com o joelho sobre o pescoço. O caso provocou protestos globais contra o racismo e a violência policial.
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