Neymar Jr. e Bruna Biancardi deixaram a mansão que viviam em Cotia, no interior de São Paulo, após descobrirem que estavam sendo vigiados. Segundo informações do jornal O Globo nesta quinta-feira (7), o casal estava sendo monitorado por meio das câmeras de segurança da casa.
Em abril, os advogados da influenciadora entraram com uma ação contra o proprietário do imóvel. No processo, Bruna relatou que ela e a equipe teriam sido abordados de forma invasiva pelo dono da mansão e sua esposa, que teriam pedido fotos com Neymar.
Após o desejo não ser concretizado, os proprietários acusaram a influenciadora de utilizar espaços da casa de forma indevida. Eles admitiram que acompanharam as movimentações na residência pelas câmeras de segurança, as quais haviam afirmado anteriormente que não tinham acesso às filmagens.

O casal locatário ainda é alvo de investigações pelos crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Os advogados de Bruna afirmaram que oficiais de Justiça teriam comparecido diversas vezes à mansão para realizar a entrega de intimações e cobranças, circunstâncias que teriam comprometido a “posse pacífica do imóvel”, condição que garante a validade do contrato de locação.
A ação ainda cita perturbação de sossego, invasão de privacidade com o monitoramento por câmeras na residência, assédio por parte de oficiais de Justiça e acusações infundadas sobre quebras contratuais. Bruna pediu a rescisão do contrato de locação e a devolução total da caução, no valor de R$ 123 mil, além de indenização por danos morais.

De início, a equipe jurídica da influenciadora tentou uma solução pacífica com o proprietário, porém a estratégia mudou após a defesa do proprietário acusar Bruna de descumprimento contratual. Segundo o jornal, ambas as partes chegaram a um acordo amigável e extrajudicial para resolver o caso. O valor fixo mensal pago no aluguel da mansão era de R$ 41.008,18.
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