Renato Aragão abriu o jogo sobre os rumores de romance com Xuxa Meneghel. Em entrevista ao podcast “Inteligência Ltda”, que foi ao ar neste fim de semana, o humorista negou ter vivido um relacionamento amoroso com a loira e disse que sua esposa, Lilian Aragão, nunca sentiu ciúmes da apresentadora.
As especulações em torno do intérprete de Didi Mocó e a Rainha dos Baixinhos surgiram na época de “Os Trapalhões”, há mais de 30 anos. Xuxa começou fazendo participações especiais nos filmes de Renato, como “O Trapalhão na Arca de Noé”, de 1983. Mas com o passar do tempo, tornou-se frequente nas produções, o que provocou os rumores.
Questionado sobre a apresentadora, ele afirmou que a relação sempre foi de amizade. “Ela sempre foi minha amiga, minha amiga para sempre vai ser. Falar [que tivemos um caso] é fácil, comprovar é difícil. Ela é muito querida por nós, por todo mundo. Meu caso de amor com a Xuxa é eterno“, declarou.
Lilian, que também participou da entrevista, contou que nunca sentiu ciúmes de Xuxa e que sempre a recebiam em casa quando eram vizinhos. “Ela entrava, subia a escada e ia dar um beijo e um abraço no Renato. Dava um beijo e um abraço em mim, e ia embora. Quem ama meu marido, eu amo em dobro“, disse. “Eu amo a Xuxa, ela é muito importante na nossa vida. [Renato] sempre foi apaixonado por ela, gosta dela, e ela sempre honrou essa amizade, nunca deixou a gente na mão“, acrescentou.

“Esposa controladora”
O humorista também comentou os rumores de que sua esposa é controladora. “É verdade. [Ela] controla tudo. Só não controla os meus passos porque ela tem outro passo para andar, se não ia junto também [risos]. É ‘parceirona’ em tudo, tudo o que faço“, elogiou.
Embora tenha sido chamada de “Mulher Maravilha” em vários momentos, Lilian se defendeu: “Sempre fui uma líder, desde criança. Eu sou leonina, gosto de mandar, ser líder em tudo“.
O humorista ainda revelou que não assiste mais aos filmes de “Os Trapalhões” desde a morte dos colegas de elenco. Mauro Faccio Gonçalves, o Zacarias, e Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum, faleceram em 1990 e 1994, respectivamente. Renato e Dedé Santana são os únicos membros vivos.
“Não dá mais pra assistir. Já passou aquilo. Agora é viver outra vida. É muita saudade. Por mais que eu queira dizer que aquilo já passou, sempre vem uma lembrança muito boa de que nós fizemos aquele quarteto. Daqui pra frente tem muita coisa pra fazer“, completou.
Confira a entrevista na íntegra:
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