Ryan Reynolds envolveu o nome de Johnny Depp no imbróglio entre sua esposa, Blake Lively, e Justin Baldoni. Conforme os documentos do processo, divulgados pelo TMZ, nesta quinta-feira (22), o astro de “Piratas do Caribe” foi citado em uma conversa entre Reynolds e seu agente, Warren Zavala, sobre o andamento do caso.
Na conversa, Zavala, inclusive, teria tecido críticas ao ator e diretor de “É Assim Que Acaba“. “É o ego incrível desse cara. Parece que ele está armando uma cilada caso a verdade dela (de Blake) venha à tona, enquanto promove uma narrativa digitalmente”, avaliou.
Ryan ainda defendeu Lively ao concordar com o agente. “Sim. Mas, honestamente, alguém vai acabar contando a verdade para um jornalista e isso vai se voltar contra ele”, afirmou.
“É de se esperar”, respondeu Zavala, observando que “a verdade, às vezes, se torna confusa”. “É por isso que estou preocupado se ele está armando uma cilada. Espero que esse vigarista seja desmascarado. Só quero proteger nossa empresa. O sucesso do filme é tudo. Vamos ver se o alvoroço diminui”, completou.

Em seguida, o agente enviou um link para a cobertura de mídia sobre a briga judicial entre Blake e Baldoni em relação à versão final do filme. “Isso tudo é manipulação. Acho que deixamos a coisa pegar fogo”, declarou.
Foi então que Reynolds mencionou o nome de outro famoso de Holywood. “Como isso acabou para Depp?”, quis saber, referindo-se à batalha judicial midiática por difamação travada entre o Johnny e Amber Heard.
Zavala, por sua vez, escreveu que o caso “acabou destruindo os dois”. Por fim, ele supostamente criticou Baldoni, chamando-o de “canalha egoísta com complexo de Deus”, enquanto Reynolds rotulou o diretor como um “erro humano”.

Em dezembro de 2024, Blake entrou com uma ação judicial contra Baldoni por assédio sexual, retaliação, quebra de contrato, danos morais e invasão de privacidade. Três meses depois, a atriz incluiu um novo pedido, alegando perda de salários. O diretor negou todas as acusações e reagiu com um processo de 400 milhões de dólares, acusando Lively e Reynolds de difamação.
Ele também processou o New York Times, primeiro veículo a noticiar o caso, por calúnia. A ação foi indeferida em junho de 2025, mas o processo movido por Lively segue em andamento. O início do julgamento está marcado para 18 de maio.
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