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Elizabeth Olsen explica o que a deixou “frustrada” no Universo Marvel

A intérprete de Wanda confessou que os filmes da MCU interferiram em sua carreira

Nem tudo são flores no Universo Cinematográfico MarvelElizabeth Olsen revelou que já se sentiu frustrada por fazer parte dos filmes de super-heróis, quando isso começou a afetar outros projetos pelos quais ela se interessava. A atriz interpreta Wanda Maximoff desde 2014, quando apareceu nas cenas pós-créditos de “Capitão América: Soldado Invernal”, e participou de vários filmes e uma série como a personagem.

Apesar do sucesso estrondoso dos longas da Marvel, a presença de Olsen nessas produções a forçou a perder outros papéis. “Isso me tirou a capacidade física de fazer certos trabalhos que eu achava que estavam mais alinhados com as coisas que eu gostava como espectadora. Isso sou eu sendo o mais honesta possível“, contou ela ao The New York Times.

Uma das obras que Elizabeth ficou triste por perder foi “O Lagosta”, do diretor Yorgos Lanthimos. O filme venceu o Prêmio do Júri do Festival de Cannes em 2015, e foi indicado ao Oscar por “Roteiro Original”. Na época, Olsen disse que ficar de fora do longa foi “de partir o coração”, explicando: “Eu estava em um contrato [com a Marvel] do qual não podia sair. Então não deu certo“.

Elizabeth Olsen como Wanda Maximoff em “WandaVision”. (Foto: Reprodução / Marvel Studios / Disney+)

Eu comecei a me sentir frustrada. Eu tinha essa segurança de um emprego, mas estava perdendo essas coisas que eu sentia que faziam mais parte do meu ser. E quanto mais eu me afastava disso, menos eu era considerava para esses papéis“, analisou ela.

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Com o passar do tempo, a artista ficou cada vez mais confortável no Universo Marvel, principalmente após a estreia de sua série “WandaVision”. Na entrevista, ela contou que estaria aberta a um filme com a Feiticeira Escarlate como a grande protagonista. “Acho que eu faria. Mas realmente precisa ser uma boa história. Acho que esses filmes são melhores quando não se trata de criar conteúdo, mas de ter um ponto de vista muito forte – não apenas porque você precisa ter um plano de três imagens“, pontuou.

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