BBB20: Gizelly revela surpresa com Manu Gavassi e entrega próximos planos para carreira de advogada: “Achei que tinha perdido”; confira!

Apertem os cintos, porque Gigi Furacão está na área e abriu o jogo sobre sua passagem pela casa do “BBB 20”! Em entrevista para a Globo nesta quarta-feira (15), a advogada falou sobre a amizade criada com Manu Gavassi, o ship “Gicela”, comentou do distanciamento com Victor Hugo, a rixa com Flayslane e, de quebra, revelou: sua carreira na advocacia, acabou ou não?

Gizelly Bicalho sempre teve o sonho de entrar no reality show e disse que está satisfeita por ter chegado até a reta final. Foi justamente o tempo no confinamento que deu a oportunidade para colocar um fim em seu receio entre a divisão de grupos “Pipoca” e “Camarote”, e criar uma amizade com Manu Gavassi. “Quando o muro caiu e eu olhei o cabelo das meninas, falei: ‘Marcela, estão iguais aos nossos!’. Quando eu comecei a conversar com a Rafa e a Manu vi que elas eram iguais a mim. A mesma insegurança, o mesmo medo, a mesma fragilidade”, lembrou.

Independentemente da fama e das profissões dos colegas, a sister conseguiu se conectar mais facilmente com as meninas. “Ali vi que elas eram gente como a gente, independente de terem entrado como convidadas. Nos identificamos muito. Nunca imaginei que Manu Gavassi seria uma das pessoas com quem eu teria mais troca dentro do BBB”, contou.

O mesmo não pode ser dito de Flayslane, com quem não se dava bem desde o início do programa. “Nos primeiros dias eu andava com ela. Quando a Thelminha falou que tinha gente se fazendo, mentindo, eu comecei a observar. Um dia ela bebeu apenas uma lata e ficou muito louca, mas não tinha como, biologicamente, ela ficar bêbada tão rápido. No outro dia teve um choro em que eu não vi lágrima. E um belo momento houve uma ruptura: ela parou de andar comigo e com a Marcela e começou a andar com a Mari e com a Gabi”, recordou.

“E eu pensei: ‘Óbvio que ela vai querer andar com as duas, ela quer ser cantora, quer ser famosa. Eu e a Marcela somos o quê? Duas despreparadas que não entendem nada que está acontecendo’. O ápice da confusão foi quando ela cuspiu a bebida em mim na festa duas vezes e viu que eu e Prior nos beijamos para sermos os protagonistas do primeiro beijo do BBB 20. Talvez ali ela tenha começado a ter ranço de mim e eu acabei tendo ranço dela também. Era o que tinha para fazer lá dentro”, se divertiu.

Na casa, ela chegou a criar uma amizade com Victor Hugo, no entanto, o relacionamento terminou em discussão feia durante uma festa. “Sempre gostei muito do Victor Hugo e ele sempre gostou muito de mim. Mas eu comecei a ver ele mudando de posicionamento no jogo. Primeiro ele disse que eu era uma heroína, depois começou a questionar a forma com que a situação dos meninos foi abordada. Talvez eu não devesse ter gritado com ele quando o chamei de falso porque não é certo gritar assim com ninguém. Mas depois, no paredão dele, pedi perdão. E não tenho mágoa de ninguém”, garantiu.

Uma coisa é indiscutível, sua amizade com Marcela. Do início ao fim, as duas foram grandes parceiras no jogo e até renderam um ship aqui fora, o “Gicela”. “Eu fiquei chocada quando soube disso! Quando eu olhei para a Marcela no primeiro dia eu falei ‘saudade’, não falei ‘prazer’. Parecia que eu já conhecia ela de outras vidas, não sei explicar. Eu acho ela linda, maravilhosa, perfeita. Mas nunca teve esse negócio de atração”, afirmou.

Desde o início do programa, Gizelly e Marcela criaram uma amizade forte no programa. Foto: Reprodução/TV Globo

Ela também explicou sobre o ciúmes que sentia da médica com o brother do Daniel. “Vocês já perderam a melhor amiga? Eu estava perdendo a minha, a pessoa que era o meu braço-direito na casa. Quando tudo começou, só tinha eu, Marcela e Thelminha ali – a Thelminha muito confiante e eu e a Marcela morrendo de medo de tudo. Éramos nós duas juntas em tudo. Quando o Daniel entrou, esse foi o meu sentimento: perdi a minha melhor amiga. E ela sempre deixou claro que não seria assim. Eu que sempre fui muito sentimental nessas coisas de amizade”, explicou.

Assim como Marcela, Gizelly viveu momentos tensos no confinamento ao denunciar um plano machista dos brothers na casa. Com a chegada de Ivy e Daniel com informações externas, tudo mudou. “Se os dois não tivessem entrado para confirmar o que eu e Marcela estávamos falando, pode ter certeza que nós duas iríamos para todos os paredões. Porque tinham começado a duvidar da gente. Eu mesma comecei a desconfiar do que eu tinha ouvido, pensei que talvez tivesse entendido errado”, avaliou.

“Quando eles entraram me deu confiança e mostrou que eu não estava louca. Naquele momento senti todo o Brasil apoiando a nossa causa porque foram tirando todo mundo que tinha falado aquelas coisas ruins”, comemorou. Inclusive, Gi está surpresa com a rejeição que Ivy e Daniel têm aqui fora. “Tenho uma gratidão muito grande por eles. Eu juro que não imaginava essa rejeição dela. A gente tem um lado palhaça, bobona, muito parecido. Eu olhava para ela e me via naquelas bobeiras. E no Daniel eu via muita ingenuidade. Não tinha como ver maldade nos dois”, observou.

A chegada de Daniel e Ivy, diretamente da “Casa de Vidro”, confirmou para Gizelly e Marcela que era verdade tudo que elas estavam dizendo sobre Hadson e os outros rapazes. Foto: Reprodução/TV Globo

Bicalho admite que talvez tenha falado demais, e esse seria seu único arrependimento. “Ser Gizelly é não ter filtro. Eu só penso e vou falando. Por isso que eu posso ter falado demais, magoado alguém. Só que aqui fora a gente não fica o tempo todo apontando o dedo para o coleguinha porque a gente tem vida, tem um monte de coisas para fazer. Lá a gente só fala da vida dos outros. E era a única coisa que eu podia fazer, além dos momentos de diversão”, analisou.

Em uma de suas cenas mais icônicas na casa, Gizelly foi às lágrimas  ao se defender em um paredão e chegou a dizer que não sabia se ainda teria uma carreira como advogada aqui fora. A boa notícia é que as portas seguem abertas para ela, sim!

“O presidente da associação de advogados criminalistas da qual eu faço parte lá no Espírito Santo me disse que estava torcendo por mim! E antes de entrar no programa, eu tinha sido nomeada presidente da Comissão da Jovem Advocacia do Espírito Santo. Era uma ascensão na minha carreira. Achei que, de certa forma, tinha perdido minha carreira. Quando eu recebi a mensagem dele dizendo que o meu cargo estava lá me esperando, fiquei muito feliz! São duas coisas que eu amo: o entretenimento e a advocacia”, entregou.

E ela já tem planos para seus próximos passos. “Eu quero aproveitar as oportunidades, receber todas as propostas nas duas áreas, e continuar com o meu escritório. A advocacia é uma paixão e uma vocação minha. Também quero fazer um trabalho com mulheres vítimas de violência doméstica”, revelou.