BBB21: Viih Tube revela diagnóstico de síndrome do pânico aos 11 anos, e Fiuk conta que sofreu bullying: “Acabavam comigo”

Abriu o coração! Nesta terça-feira (26), durante o BBB21, a youtuber Viih Tube revelou um problema que tem desde que era criança. Em conversa com Lumena, a jovem contou que foi diagnosticada com síndrome do pânico por volta dos 11 anos de idade. “Não sabia nem o que era isso. Eu tinha umas crises muito estranhas, achava que ia morrer, eu saía de mim. É muito difícil explicar para alguém”, declarou.

A loira disse que tentou procurar o motivo que causou o transtorno, e sua psicóloga explicou que podem ser vários, mudando de uma pessoa para outra. Em seu caso, Viih Tube acredita que a síndrome foi desencadeada por traumas vividos por ela, mas que “não tenha memória” dos ocorridos. “Achei que não me afetaram, mas que, dentro de mim, no meu corpo, afetou, sim. O meu corpo está respondendo”, apontou.

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Ela ainda contou que costumava se sentir mal, principalmente em elevadores. Porém, um dia ela ficou presa dentro de um. “Mas aí eu vi que eu não morri, e eu comecei a melhorar”, disse. A sister também afirmou que muitas coisas contribuíram para a sua melhora, e que envolveu “muita ajuda”, já que “não é tão fácil assim”.

Dentre esses fatores que impulsionaram sua recuperação, ela destacou seu canal no YouTube. “Com treze [anos] eu ainda estava passando por essas situações, entre outras coisas da vida pessoal que misturaram tudo. E o canal me abriu muitas portas, de ter gente conversando, respondendo, interagindo [comigo]. E a minha cabeça desfocou nas coisas ruins, e teve outro foco. Foi muito bom, eu sempre falo para as pessoas que a internet me salvou em muitas situações”, disse.

Ainda na casa “extra”, onde estão os imunizados da primeira semana do reality, Fiuk desabafou com Projota e Arthur sobre o bullying que sofria na época em que estudava. O artista contou que tinha bronquite asmática, causada por “fundo emocional”. “Teve uma época em que eu levava tubo de oxigênio para a escola. Os moleques me davam tapa na cabeça e era falta de ar na hora”, disse ele, que revelou já ter sido “internado três vezes”. “Minha mãe foi muito parceira, se não fosse por ela… Eu chorava sozinho”, afirmou.

Fiuk também contou como foi quando recebeu o diagnóstico de DDA (transtorno de déficit de atenção): “Fui crescendo e quis saber o que era isso que eu tenho, fui ficando inquieto. Será que eu realmente sei menos? Será que minha cabeça é limitada? E ainda não sei se tinha essa responsa de ser filho de quem eu era, mas desde pequenininho não era uma coisa positiva na escola, os moleques acabavam comigo. Sempre tinha que me isolar, sentar no canto da sala. E eu acho que atacava ainda mais a minha asma por causa disso”.

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“Então passei o meu período até a pré-adolescência que minha mãe tinha que me mudar de escola. Chegava uma hora que virava caos, eu não conseguia ser amigo de ninguém. As meninas sempre ficavam com dó, sempre me davam respaldo, mas até a minha pré-adolescência foi brabo. Quando eu li, conheci o que era DDA, fui me aprofundando…”, finalizou.