Em “Quem Ama Cuida“, a personagem Elisa, interpretada por Isabela Garcia, finalmente terá um diagnóstico após semanas de incerteza sobre seu estado de saúde. Segundo o Splash UOL, nesta segunda-feira (22), a revelação marcará uma virada importante na trama e está prevista para ir ao ar no capítulo do dia 4 de julho.
A informação de que Elisa foi diagnosticada com fibromialgia chega primeiro a Adriana (Letícia Colin), durante uma visita à prisão. Nos capítulos anteriores, a personagem vinha apresentando dores recorrentes e episódios de mal-estar, o que levou a uma série de consultas e exames. Ainda assim, os médicos não conseguiam identificar a causa.
O diagnóstico será confirmado por Otoniel (Tony Ramos), que informa que Elisa tem fibromialgia. Apesar da doença, a família da personagem de Isabela Garcia ficará aliviada ao saber a causa das dores recorrentes.

A síndrome se conecta diretamente a acontecimentos centrais da novela. A preocupação com a saúde de Elisa influenciou decisões importantes de Adriana, incluindo o casamento com Arthur (Antonio Fagundes). Além disso, em uma tentativa de ajudar a mãe, a personagem acabou envolvida na armação de Pilar (Isabel Teixeira), o que levou à sua prisão pela morte do marido.
Fibromialgia
A fibromialgia é uma doença crônica caracterizada por dor generalizada e persistente no corpo. Também pode estar associada a fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, dores de cabeça, alterações cognitivas, ansiedade e depressão.
Por não aparecer em exames laboratoriais ou de imagem, o diagnóstico costuma ser mais demorado e depende principalmente da avaliação clínica. Apesar de não ter cura, há formas de controle que incluem medicamentos, atividade física e acompanhamento médico multidisciplinar.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a síndrome atinge cerca de 3% da população no país, o equivalente a aproximadamente 6 milhões de pessoas. A maior parte dos casos ocorre entre mulheres, que representam entre 70% e 90% dos pacientes.
A condição ganhou mais visibilidade no Brasil com a entrada em vigor da Lei 15.176/2025, sancionada em janeiro. A legislação passou a permitir o enquadramento da fibromialgia como deficiência, mediante avaliação individual, além de prever medidas de suporte e atendimento especializado.
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