“Que História É Essa, Porchat”: Alexandre Nero ‘mata’ Regina Duarte em pergunta bem inusitada do programa; Entenda

O “Que História É Essa, Porchat” exibido nessa terça-feira (18) foi encerrado com aquela famosa torta de climão… pelo menos durante a última pergunta que Fábio Porchat fez a Alexandre Nero. Como de costume, o apresentador questionou os convidados com qual pessoa que ‘não está mais aqui’ eles gostariam de trabalhar.

Em sua vez, o ator disparou o nome de Regina Duarte, a atriz e ex-Secretária de Cultura do presidente Jair Bolsonaro, de 73 anos. Segundo o “Notícias da TV”, Nero pareceu se arrepender assim que citou Regina e até saiu da câmera que o gravava em casa.

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“É uma boa resposta. Não está mais entre nós porque rompeu o contrato com a Globo”, respondeu Porchat, tentando justificar a pergunta que usualmente se refere a pessoas que já morreram. “Foi o que eu quis dizer. Claro! Claro! Foi”, desconversou Nero, envergonhado.

Os outros convidados do programa dessa terça deram respostas mais convencionais. Andréia Horta revelou que gostaria de trabalhar com Cacilda Becker, que faleceu em 1969, aos 48 anos, enquanto Wagner Santisteban deu quatro nomes por falta de um: Chico Anysio, Rogério Cardoso, José Wilker e Bibi Ferreira.

Na web, a resposta de Nero não demorou muito para viralizar, com pessoas exaltando a audácia dele em cutucar Regina, muito criticada pela classe artística pelo apoio ao governo de Bolsonaro. “Com quem você gostaria de trabalhar que não está mais entre nós? Regina Duarte. Alexandre Nero eu te amo, entenda”, riu uma internauta.

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“BERROOOOOO”, reagiu uma usuária do Twitter citando o diálogo entre o apresentador e o convidado. “Melhor resposta. Fim. Chorei de rir!”, declarou outra. “O berro que eu dei aaaaaaaaa”, chocou-se mais uma. “Resposta do Nero da Regina Duarte valeu o programa todo”, declarou outra telespectadora.

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Em fevereiro deste ano, Regina Duarte rompeu seu contrato de 50 anos com a Rede Globo para assumir a Secretaria Especial de Cultura a convite do presidente Jair Bolsonaro. Ela assumiu a pasta no começo de março mas, menos de três meses depois, deixou o cargo para assumir a Cinemateca em São Paulo.

Entre algumas de suas ações polêmicas no período, a atriz concedeu uma entrevista à CNN Brasil em que minimizava as mortes e torturas da ditadura militar no Brasil. Na época, diversos famosos se manifestaram em choque como Maitê Proença, Bruno Gagliasso e Anitta. Menos de uma semana depois, 29 autores titulares e 500 artistas da Rede Globo assinaram uma nota de repúdio às declarações da atriz.