Após mais de dois meses internado, Pedro Henrique Espíndola deixou, nesta segunda-feira (23), a clínica de reabilitação onde estava em tratamento, em Curitiba. A colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, obteve a primeira imagem do ex-participante após a internação.
Pedro se envolveu em um caso de importunação sexual dentro do reality. Durante o confinamento, ele tentou beijar à força a colega Jordana Morais, o que levou à sua saída imediata do jogo após apertar o botão de desistência. Na ocasião, o apresentador Tadeu Schmidt criticou a atitude ao vivo e afirmou que, caso ele não tivesse deixado o programa por vontade própria, seria expulso.
Logo após deixar a casa, Pedro foi internado em uma clínica psiquiátrica. A defesa informou, à época, que ele já possuía diagnóstico prévio de transtorno bipolar, quadro que teria sido agravado durante o confinamento. Ele agora está na casa de familiares.
Veja a primeira foto:

Paralelamente, o caso segue na esfera criminal. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro indiciou o ex-BBB por importunação sexual, após análise das imagens do programa. A investigação é conduzida pela Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá e continua em andamento.
Fora da casa, a situação pessoal de Pedro também mudou. Sua então companheira, que estava grávida durante o episódio, decidiu encerrar o relacionamento e seguir com a gestação de forma independente. A filha do casal, que se chama Aurora, nasceu neste mês.
Mesmo após a polêmica, Pedro move uma ação judicial contra a TV Globo e pede indenização de R$ 4,2 milhões. A defesa alega que a emissora teria sido negligente ao manter o participante no programa mesmo após alertas da família sobre seu estado de saúde mental.
O processo inclui pedidos por danos morais e materiais, além da anulação da rescisão contratual. Segundo os advogados, Pedro teria sido tratado como expulso, apesar de ter deixado o reality por vontade própria, e não recebeu valores relacionados à participação.
A ação também cita declarações feitas por Ana Maria Braga, que, segundo a defesa, teriam contribuído para a repercussão negativa do caso. Ainda assim, os advogados indicam que eventual responsabilização será direcionada à emissora, não à apresentadora.
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