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Grey’s Anatomy: Ellen Pompeo revela reação do marido às cenas mais quentes de sua personagem: “Foi bem difícil”

Apesar das cenas mais calientes de Grey’s Anatomy serem algumas das preferidas dos fãs da série, o marido de Ellen Pompeo, Chris Ivery não gostava nada de ver os momentos que ela tinha ao lado de Patrick Dempsey, o nosso eterno McDreamy. A revelação foi feita durante o podcast “Ladies First with Laura Brown” neste sábado (31).

O casal se conheceu enquanto fazia compras no mercado em 2003, dois anos antes do início do seriado. De acordo com Pompeo, o marido não tinha ideia de como seriam as cenas da trama, e demorou um pouquinho para se acostumar com a situação. “Eu lembro que no começo foi bem difícil pra ele. Tadinho, ele não sabia onde estava se metendo. Ele ficava: ‘Não foi isso que nós tínhamos combinado. Você vai para o trabalho e fica se pegando com o Patrick Dempsey. Eu gosto dele e tudo mais, ele é um cara legal. Mas, sério isso?'”, entregou Ellen.

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Dá para entender o ciúme de Ivery, já que a química entre os dois personagens é lembrada até hoje, mesmo com a saída do médico da série em 2015. Para nossa alegria, Patrick voltou para uma participação especial na última temporada que foi ao ar no ano passado. Na ocasião, Ellen deu uma entrevista ao Deadline, falando sobre o esperado reencontro dos dois, e pontuando que a sintonia entre eles não tinha mudado.

“Patrick e eu temos essa química desde o momento que nos conhecemos. Por alguma razão, eu sinto que nos conhecemos há milhares de anos, e o sentimento é sempre o mesmo. É que nem andar de bicicleta. Nós temos a dinâmica que sempre irá nos servir, e eu acho que temos uma afeição genuína entre nós”, comentou. Muito fofos!

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Até hoje os fãs ficam tristes com a morte de Derek Sheperd em Grey’s Anatomy (Foto: Reprodução/CBS)

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Durante o podcast, a atriz também abriu o coração para comentar sobre a confiança que adquiriu ao fazer 50 anos, dizendo que agora que atingiu essa idade, não faz nada que não queira. Tá mais do que certa!

“Você passa seus 20 e poucos anos só criticando você mesma, se comparando com outras mulheres, achando que você não é boa o suficiente. E nos seus 30, você continua fazendo isso um pouco e tentando entender. Nos 40 anos, acredito que você começa a sentir quem você é, e bem no momento que as coisas se encaminham: 50 anos! E fica ‘Ai Meu Deus, não me deixe! Juventude, pele, voltem aqui!’. A vida é realmente muito cruel, na verdade. Quando você pensa sobre isso, a juventude é desperdiçada com os jovens”, refletiu Ellen.