Normal People: Jovens vivem história de amor cheia de idas e vindas em série aclamada por cenas de sexo “cruas e genuinamente sexy”; assista ao trailer legendado!

Quem já leu o livro “Pessoas Normais”, de Sally Rooney, certamente ficou encantado pela história de amor entre Connell e Marianne. Em breve, também poderemos ver o romance nas telinhas, já que a série inspirada na obra, “Normal People”, chega com todos os episódios no dia 16 de julho, no serviço de streaming Starzplay!

A trama começa em uma pequena cidade do oeste da Irlanda. Na escola, Connell (Paul Mescal) é um jogador de futebol admirado, bonito e atlético. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma solitária orgulhosa, intimidadora e nada popular, que evita a todo custo seus colegas de sala e desafia a autoridade dos professores. Algo muda entre ambos quando Connell vai buscar sua mãe, Lorraine (Sarah Greene) que trabalha na casa de Marianne, e uma conexão estranha e indelével é formada entre os dois adolescentes — que a escondem a todo custo de seus colegas.

Marianne e Connell, interpretados por Daisy Edgar-Jones e Paul Mescal. (Foto: Divulgação)

A dinâmica dos dois se transforma conforme eles entram na universidade, e Marianne forma seu próprio grupo de amigos, enquanto Connell tem problemas para se ajustar no novo ambiente. Assim, conforme os anos passam, os dois passam por diversos encontros e desencontros, entrando e saindo um da vida do outro.

O casal vive um romance quente, mas cheio de idas e vindas. (Foto: Divulgação)

“Normal People” foi muito aclamada internacionalmente. “Nunca vi uma história de amor assim na televisão antes”, disse a crítica Rachel Syme, do The New Republic. “É um dos melhores trabalhos de TV que eu assisti até agora neste ano, e a rara série durante a pandemia que me fez esquecer de todo o resto”, afirmou Hank Stuever, do Washington Post.

As cenas íntimas entre os dois personagens foram especialmente elogiadas, por mostrarem uma relação real e contribuírem para o enredo. “Elas são reais, mas surpreendentemente cruas e genuinamente sexy, nunca pornográficas mas bastante explícitas, e nunca tão ‘limpas’ ou extremamente cinematográficas. Cada cena de sexo alimenta o enredo, colocando os personagens dramaticamente em uma nova direção, ou os parando durante o caminho, intensificando sua intimidade ou os separando lentamente”, analisou a jornalista Rachel Handler, do site Vulture.

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