Novos detalhes sobre a morte de Dan Rivera foram revelados, nesta quinta-feira (17), por um médico legista da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Em entrevista à CNN, Francis Dutrow afirmou que a boneca Annabelle não estava presente no quarto onde o investigador paranormal foi encontrado morto.
Rivera morreu repentinamente na noite de domingo (13), aos 54 anos, durante a sua turnê “Devils on the Run”. Ele viajava com a boneca – conhecida por inspirar a franquia de terror – com o intuito de mostrá-la em suas apresentadores sobre paranormalidade e assombrações, por diversas cidades estadunidenses.
Em relatório divulgado pela revista People, as autoridades informaram que não foram encontrados indícios suspeitos no quarto onde o corpo de Rivera foi localizado. A polícia ainda declarou que o investigador paranormal já estava morto quando os agentes chegaram ao hotel.
“Oficiais da Polícia de Gettysburg responderam ao chamado de um hotel em Straban Township, no condado de Adams, sobre um [homem] morto. O falecido foi encontrado em seu quarto de hotel por funcionários. Nada de incomum ou suspeito foi observado no local“, explicou o documento.

Dutrow também informou que Rivera estava com amigos na manhã em que faleceu. O investigador, porém, teria dito que estava se sentindo mal e retornaria para seu quarto. Por enquanto, as causas da indisposição não foram descobertas. O legista acredita que a morte possa ter ocorrido de forma “natural”.
Rivera era o principal investigador paranormal da Sociedade de Pesquisa Psíquica da Nova Inglaterra (NESPR), organização fundada em 1952 por Ed e Lorraine Warren. As práticas do casal sobre fenômenos sobrenaturais inspiraram, inclusive, quatro filmes de “Invocação do Mal” e três protagonizados pela boneca Annabelle.
Família se manifesta
Os familiares de Rivera também se pronunciaram depois da morte repentina. “Ele era um pai dedicado e um marido amoroso“, disse David, um dos quatro filhos do investigador, nas redes sociais. “Ele era famoso por seu trabalho na NESPR, onde ajudou inúmeras pessoas a sair de momentos difíceis, trazendo conforto e segurança para aqueles que precisavam“, ressaltou.
“O mais importante, ele era meu pai, um grande homem que amou profundamente e viveu plenamente. Ele iluminava todos os cômodos da casa com seu sorriso, gentileza, humor sarcástico e espirituoso. Tive a bênção de passar 25 anos com meu pai e não estava preparado mental, física ou financeiramente para deixá-lo partir tão jovem“, lamentou. David também agradeceu todo apoio dos fãs do pai, bem como o “amor e respeito durante o momento difícil”.
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