Lexa revela efeito colateral após uso de caneta emagrecedora: “Nunca mais”

Cantora contou que teve efeito colateral e que precisou de um tratamento específico

Lexa relatou nas redes sociais que teve queda de cabelo após usar Mounjaro, conhecido como “caneta emagrecedora”. A cantora comentou o caso em uma publicação no Instagram e afirmou que aplicou a menor dosagem do medicamento apenas uma vez antes de notar a reação.

Lexa surpreendeu seguidores ao relatar que enfrentou queda de cabelo após usar Mounjaro, medicamento conhecido como “caneta emagrecedora”. Em um comentário no Instagram, nesta terça-feira (10), a cantora afirmou que aplicou a menor dosagem do remédio apenas uma vez, mas notou a perda dos fios na parte frontal da cabeça.

A revelação aconteceu em uma publicação no perfil “Gossip do Dia”, que questionava o público sobre o que todo mundo precisa saber antes de usar Mounjaro. Ao participar da conversa, Lexa escreveu: “Tomei uma única vez 1 ml, minha frente do cabelo caiu”.

Veja a publicação:

A publicação pede para que os seguidores contem sua experiência, “sem glamour”. (Foto: Reprodução / Instagram)

Outros usuários apontaram que a dosagem do medicamento costuma ser indicada em miligramas, e não em mililitros. A artista reconheceu a confusão e esclareceu: “ISSO! Foi a menor dosagem!”.

Segundo Lexa, a queda capilar exigiu cuidados posteriores. “Fiz tratamento pra voltar os priminhos da frente. Mounjaro é mara, mas não é pra todo mundo! Nunca mais tomei”, completou.

A cantora participou ativamente da discussão. (Foto: Reprodução / Instagram)

Nos comentários, internautas também compartilharam experiências com o uso da medicação. Alguns citaram efeitos como náuseas e possível redução da eficácia de anticoncepcionais. Outros relataram melhora na autoestima após a perda de peso. Camila Moura, ex de Lucas Buda, também participou da discussão e sugeriu o uso de remédio contra enjoo: “Vonau vai ser seu melhor amigo”, relatou.

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou os riscos associados ao uso das chamadas canetas emagrecedoras, que pertencem à classe dos agonistas do receptor GLP-1 — grupo que inclui substâncias como dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida.

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De acordo com a agência, o acompanhamento médico é indispensável devido à possibilidade de eventos adversos graves, como pancreatite aguda, que pode evoluir para quadros necrotizantes e até fatais. Entre 2020 e 2025, foram registradas seis mortes por pancreatite possivelmente relacionadas ao uso desse tipo de medicamento no Brasil. Outros efeitos colaterais relatados incluem náusea, diarreia, vômito e constipação.

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