O irmão de Jordana Morais, participante do grupo Pipoca do “BBB 26“, se manifestou nesta quinta-feira (12) sobre as acusações de que a sister teria cometido fraude ao se inscrever por meio de cota racial em um concurso público. Em entrevista ao programa “Camarote da Fofoca”, da LeoDias TV, Honorato Morais explicou a situação.
Ele falava sobre o jogo dentro da casa mais vigiada do Brasil, quando disse que a sua irmã estava sendo muito atacada nas redes e sendo, inclusive, vítima de fake news. “A minha irmã está sofrendo ataques por certas fake news em relação a uma cota que dizem que ela se inscreveu sem ela ser parda”, iniciou ele.
“Gente, meu pai é negro, a minha mãe é parda. A mãe da Jordana é branca, que foi casada com meu pai que era negro e a Jordana é parda. Isso aí ninguém pode dizer para as pessoas que não é assim. A Jordana fez uma inscrição em um concurso onde ela é parda e podia se inscrever como parda”, explicou.
Assista ao vídeo completo:
BBB26: Irmão de Jordana se manifesta sobre polêmica de cotas raciais envolvendo a sister pic.twitter.com/gX77u2Sbq7
— WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) February 12, 2026
Assim que o assunto veio à tona, a equipe de Jordana se manifestou. “Tomamos conhecimento de notícia recente sobre a inscrição da Jordana no concurso do TJDFT de 2015, declarando-se participante das cotas para negros ou pardos. Quando falamos em ações afirmativas em concursos, é importante partir do básico: as cotas raciais contemplam negros e PARDOS”, declarou.
“No referido concurso público, o Edital previa no item 62, assim como o regulamento do (Conselho Nacional de Justiça – CNJ, na Resolução CNJ nº203, de 23 de junho de 2015, definiam que o candidato poderá optar por concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros, preenchendo a ‘autodeclaração’ de que é preto ou “pardo”, conforme quesito cor ou raça utilizado pelo IBGE”, continuou.
“No Brasil, o próprio IBGE define como parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor, ou raça, incluindo branca, preta e indígena. Não por acaso, a população parda é hoje a maior parcela da população brasileira. É 0 caso da Jordana. Dentro desse contexto, não há qualquer irregularidade na inscrição de um candidato pardo pela cota racial. De todo modo, importante destacar que a Jordana não foi investida em nenhum cargo público decorrente do referido concurso”, justificou.
“Denúncias infundadas, mesmo quando travestidas de zelo, também produzem desinformação. Antes de compartilhar, checar conceitos, dados e contextos é essencial para fortalecer um debate público mais justo, qualificado e responsável”, finalizou a equipe.
