Hugo Gloss

“Sugar daddy” assume ter assassinado jovem após encontro marcado em site de relacionamento

Fotos: Reprodução

Que horror… O nigeriano Ayoola Ajayi, de 32 anos, assumiu ter assassinado cruelmente a jovem norte-americana Mackenzie Lueck no mês de junho do ano passado. Durante uma audiência de apelação na última semana, o técnico de informática falou sobre o crime, ocorrido durante um encontro que era para ter sido entre um “sugar daddy” e sua “sugar baby”.

De acordo com o jornal Metro UK, Ayoola e Mackenzie se conheceram no site de relacionamento “Seeking Arrangement”, conhecido por juntar homens mais velhos que estão dispostos a sustentar financeiramente suas parceiras, daí os nomes “daddy (papai)” e “baby (bebê)” referindo-se aos “papéis” desempenhados por cada um dentro do relacionamento. Não se sabe ao certo se Ajayi enganou a jovem, uma vez que ela tinha 23 anos de idade, uma diferença de idade pequena comparada ao que é comum entre esses casais.

O encontro dos dois aconteceu após o velório da avó de Mackenzie. A estudante viajou para Salt Lake City, teve um date com o técnico de informática e depois foi com ele para seu apartamento. Lá, ele a amarrou e começou a sufocá-la. Quando Lueck tentou lutar contra o assassino, Ayoola apertou seu estômago para acelerar o asfixiamento. Como se não fosse suficiente, Ajayi queimou o corpo da vítima e enterrou no quintal.

Mackenzie Lueck conheceu Ayoola em um site de relacionamento especializado em “sugar daddies” e “sugar babies”. Foto: Reprodução

Quando as autoridades o interrogaram pela primeira vez sobre o desaparecimento, o nigeriano desenterrou o corpo de Mackenzie, depois enterrou novamente em uma área a 160 quilômetros de distância da sua casa. No entanto, duas semanas depois, a polícia encontrou restos mortais da estudante no quintal de Ajayi e o prendeu. A decisão de confessar o crime veio com o intuito de se livrar da pena de morte.

Em seu depoimento, o técnico de informática não deu o motivo para matar Lueck, mas também admitiu ter abusado sexualmente de outra mulher que conheceu em um aplicativo de namoro um ano antes do assassinato. Quando foi preso, as autoridades ainda encontraram imagens de pedofilia em seu celular. O promotor Sim Gill disse que a confissão ajudará a dar o mínimo de justiça que é esperado pela família de Mackenzie. Ayoola deve ser condenado à prisão perpétua sem liberdade condicional.

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