Luana Piovani abre o jogo sobre mudança do filho mais velho para o Brasil e detalha relação: ‘Não me deixo ser maltratada por ninguém’; assista

Atriz ainda explicou que foi “a melhor decisão” que tomou, mas sofre por estar longe do primogênito

Luana Piovani se abriu sobre relação com o filho mais velho, Dom, de 13 anos, fruto do antigo casamento com Pedro Scooby. No “Pode Perguntar” deste domingo (29), do “Fantástico“, ela citou o distanciamento entre eles após o nascimento dos gêmeos, Bem e Liz, de 9 anos. A atriz ainda relatou como a mudança do primogênito para morar com o pai no Brasil melhorou a interação entre mãe e filho.

No papo, Piovani admitiu um erro que cometeu. “Quando os gêmeos nasceram, eu falei: ‘Vou deixar o mais velho com o pai, vou tomar a frente com os gêmeos e com as funcionárias’. E foi um erro muito grande, porque eu fiquei solteira. Eu virei mãe solo. O meu filho mais velho já tinha uns 4 anos, já tinha uma rotina, a escola, aula de música”, explicou.

Em seguida, ela apontou como a separação impactou na dinâmica com Dom. “Na época, ele [Scooby] ficou com a vida de um solteiro, amarradão, delícia. E aí eu vi que a distância [entre meu filho e eu] estava ficando cada vez maior, tentei trazer de volta e ele não entendeu o movimento”, recordou.

Foi então que Piovani abordou a decisão de deixar Dom sair de Portugal morar com o pai, no Brasil. “As pessoas não estão acostumadas a escutar o que eu vou dizer. As pessoas olham para mim como se eu estivesse falando que matei alguém. O meu filho mais velho não me respeitava. Eu dava as ordens e ele não respeitava, ele me peitava e eu vi que ele estava fazendo isso porque ele queria vir pro Brasil. E eu não me deixo ser maltratada por ninguém, namorado, patrão, pai, mãe, irmão, nem filho!”, disse.

Luana Piovani com o filho mais velho, Dom (Foto: Reprodução/Instagram)

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“Eu falei: ‘Eu fiquei tentando que você ficasse feliz aqui. A tua felicidade não está aqui? Então vai’. Foi a melhor coisa que eu fiz na minha vida. O meu filho está feliz. O meu ex-marido é um pai melhor, porque está mais responsável, dando conta de tudo, me surpreendendo positivamente”, desabafou.

Apesar da convicção, a atriz admitiu que sofre com a distância. “Eu sangro todo dia de saudade. Eu não estava preparada pro meu filho sair debaixo da minha asa com 12 anos. Mas o que eu faço: lambo a minha ferida, vejo que ele está feliz. Isso é colocar um bálsamo por cima e aí eu vou indo”, avaliou ela.

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Ainda no papo, Luana refletiu sobre a maternidade como um todo. “Filho por natureza é ingrato. Porque ele não tem a dimensão do que é a maternidade, dos sacrifícios que nós passamos. Eu talvez tenha sido ingrata com minha mãe. Porque lembro da minha mãe com depressão e eu sentada com ela, falando: ‘Mas sua vida é tão boa’. E a minha mãe, frágil, olhou pra mim e falou: ‘Ô, minha filha… mas eu não consigo sentir essa felicidade, mesmo racionalmente sabendo dela'”, recordou, emocionada.

A atriz chegou a contar como lidou com a situação delicada e a “virada de chave” que teve. “Hoje entendo que depressão não tem nada a ver com tristeza. Depressão é doença, assim como o diabetes. Foi difícil, mas hoje ela está bem e nós temos uma relação maravilhosa. Graças a Deus”, pontuou.

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Vida amorosa

Conhecida pela vida amorosa movimentada, a apresentadora fez uma análise sobre as pessoas com quem já se relacionou. “Namorei inúmeros boys lixos em sequência. Não entendo por que eu tinha esse padrão de escolha, porque nunca fui ciumenta. E olha que eu sou analisada, hein?”, brincou.

“E namorei… 90% de todas as relações que eu tive eram com pessoas ciumentas, possessivas. Eu chegava feliz de um encontro com as amigas e [ouvia]: ‘Quantas cervejas você bebeu? Quem passou por lá? Você já ficou com ele?’. O fato da pessoa querer te cercear já transforma ela num boy lixo. Você vai bater um papo e ele fala que a ex-namorada é louca? Pronto. Você já manda passear”, avaliou a loira.

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Polêmicas

Sem papas na língua, Piovani também expôs como se sente diante das críticas e polêmicas geradas na internet. “Arrependimento eu entendo como algo que te gere culpa. E eu já olhei pra trás e pensei: ‘Poderia ter usado outras palavras, mas nunca deixar de falar o que eu falei’. Eu não tenho medo das polêmicas. Eu não tenho medo do julgamento alheio, porque eu não sou leviana. Eu não levanto falso testemunho”, cravou, por fim.

Assista à íntegra:

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