Uma professora de Cape May, em Nova Jersey, foi indiciada por abusar sexualmente de um aluno durante um período de quatro anos. Em comunicado à revista People, o Ministério Público afirmou que Laura Caron iniciou seus abusos quando a vítima tinha apenas 11 anos.
A agressão sexual ocorreu entre 2016 e 2020. Em 2019, Caron deu à luz uma menina, que, de acordo com as autoridades, é fruto da relação com seu ex-aluno. À época, ela tinha 27 anos e a vítima, 13.
Conforme a publicação, a irmã da vítima disse aos investigadores que o garoto afirmou ser o pai da criança. Caron, que lecionava na Escola Elementar Middle Township, conheceu o menino quando ele era aluno de sua turma.
O Ministério Público informou ainda que a vítima, junto a irmã e outro irmão, às vezes ficava na residência da professora, com permissão dos pais.

Caron só passou a ser investigada após postar uma foto da filha, em dezembro do ano passado, nas redes sociais. O pai da vítima notou uma “semelhança” entre a criança e seu filho, e decidiu procurar a polícia.
Apesar disso, em fevereiro, o garoto chegou a pedir que a Justiça encerrasse o caso contra Caron, alegando “amá-la de todo o coração” e querer “formar uma família” com a antiga professora.
Contudo, os promotores discordam e acusaram a professora de agressão sexual agravada e colocar em risco o bem-estar de um menor. A idade legal de consentimento sexual em Nova Jersey é 16. Além disso, é considerado ilegal professores ou qualquer pessoa com um “dever de cuidado” sobre crianças fazer sexo com menores de qualquer idade.
Caron enfrentou um “grande júri” no início de junho, e acabou indiciada sob acusações de agressão sexual agravada em primeiro grau, agressão sexual em segundo grau e colocar em risco o bem-estar de uma criança. A ré pode pegar até 40 anos de prisão se condenada pelas três acusações. Seu retorno ao tribunal será no dia 16 de julho. Caso Laura se declare culpada, a sua pena deverá ser atenuada.
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