Professora é acusada de abusar e engravidar de aluno de 13 anos nos EUA

Laura Caron abusou sexualmente do garoto durante um período de quatro anos

Uma professora de Cape May, em Nova Jersey, foi indiciada por abusar sexualmente de um aluno durante um período de quatro anos. Em comunicado à revista People, o Ministério Público afirmou que Laura Caron iniciou seus abusos quando a vítima tinha apenas 11 anos.

A agressão sexual ocorreu entre 2016 e 2020. Em 2019, Caron deu à luz uma menina, que, de acordo com as autoridades, é fruto da relação com seu ex-aluno. À época, ela tinha 27 anos e a vítima, 13.

Conforme a publicação, a irmã da vítima disse aos investigadores que o garoto afirmou ser o pai da criança. Caron, que lecionava na Escola Elementar Middle Township, conheceu o menino quando ele era aluno de sua turma.

O Ministério Público informou ainda que a vítima, junto a irmã e outro irmão, às vezes ficava na residência da professora, com permissão dos pais.

Laura Caron foi indiciada por abusar sexualmente de ex-aluno por 4 anos. (Foto: Reprodução)

Caron só passou a ser investigada após postar uma foto da filha, em dezembro do ano passado, nas redes sociais. O pai da vítima notou uma “semelhança” entre a criança e seu filho, e decidiu procurar a polícia.

Apesar disso, em fevereiro, o garoto chegou a pedir que a Justiça encerrasse o caso contra Caron, alegando “amá-la de todo o coração” e querer “formar uma família” com a antiga professora.

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Contudo, os promotores discordam e acusaram a professora de agressão sexual agravada e colocar em risco o bem-estar de um menor. A idade legal de consentimento sexual em Nova Jersey é 16. Além disso, é considerado ilegal professores ou qualquer pessoa com um “dever de cuidado” sobre crianças fazer sexo com menores de qualquer idade.

Caron enfrentou um “grande júri” no início de junho, e acabou indiciada sob acusações de agressão sexual agravada em primeiro grau, agressão sexual em segundo grau e colocar em risco o bem-estar de uma criança. A ré pode pegar até 40 anos de prisão se condenada pelas três acusações. Seu retorno ao tribunal será no dia 16 de julho. Caso Laura se declare culpada, a sua pena deverá ser atenuada.

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