Ludmilla defende legalização da “verdinha” e revela transformação após Brunna Gonçalves: “Me tornei quem mais temia”; confira!

O amor está no ar na vida de Ludmilla! Um mês após seu casamento, a estrela estampa a capa da Marie Claire de fevereiro e revela como sua vida mudou após a chegada de Brunna Gonçalves. Em entrevista para a publicação, ela também abordou a polêmica envolvendo seu hit “Verdinha”, dando seu posicionamento sobre a questão da maconha.

“Existe uma Lud antes e outra depois da Brunna”, contou a artista sobre o relacionamento. O que ela não esperava é que sua paixão a levasse a dar um passo a mais no romance. “Falava: ‘Deus me free, nunca vou casar’. Mas comecei a amar muito a Brunna e me tornei quem mais temia: apaixonadinha”, lembrou. Que fofo!

Falem bem ou falem mal, Ludmilla vai lá pronta pra quebrar os preconceitos de muitos! (Foto: Cassia Tabatini/Marie Claire)

Lud crê que seu exemplo ajudou outros a abrir a cabeça quanto à diversidade sexual: “Quem via a bissexualidade como algo ruim, passou a ver o amor. Sou boa filha, tenho meu trabalho, boa índole, ajudo as pessoas. […] Diziam que preto favelado não podia cantar funk na Globo, vou lá e canto. Que não podia namorar mulher em público, vou lá e caso. A igreja não aceita? Vou lá, entro com ela”.

Apesar de ter virado assunto de político por cantar sobre a maconha em “Verdinha”, Ludmilla manteve sua opinião: “Brasileiro idolatra a galera lá de fora, diz que os americanos são muito bons, e lá a parada é legalizada com organização”. A musa até alfinetou a hipocrisia de alguns na questão da legalização da erva. “Chegou a hora de o Brasil dar um start e estudar uma maneira correta de fazer a coisa. Muita gente de paletó vai perder dinheiro, o probleminha está aí”, completou.

A danada é ela! Ludmilla não escondeu seus argumentos para a legalização da “verdinha”. (Foto: Cassia Tabatini/Marie Claire)

O mesmo vale para uma possível criminalização do funk por políticos, assunto no qual a estrela também deu a letra! “Vira e mexe querem proibir o funk. É ano de eleição e tem político querendo levantar isso, em vez de pegar uma causa decente”, disparou Lud. Errada não está, né?