Texas

Garoto branco é flagrado por câmeras chicoteando porta de família negra, em busca de menina de 9 anos

O pai do pequeno de 9 anos se recusou a acreditar que o filho era culpado

Na última semana, uma família negra do Texas, Estados Unidos, passou por uma situação desesperadora com vizinhos. Um garotinho branco, que mora nas redondezas, foi até a varanda da casa de Dee e Carissa Nash, com um chicote, e bateu agressivamente na porta. Toda a ação foi gravada por câmeras de segurança.

Segundo as vítimas, o pequeno vizinho estava atrás da filha de 9 anos do casal. O próprio garoto tem entre 7 e 8 anos. Ouvindo as batidas, Carissa se dirigiu até a porta e o repreendeu, dizendo que chamaria a polícia caso o menino não saísse de sua propriedade. Após alguns instantes, a criança foi embora.

O casal disse ainda que o pequeno deixou um arranhão no carro da família, mas a polícia — que eventualmente foi chamada — afirmou que “isso se resolveria sozinho, já que eles se mudarão em breve“. Porém, o confronto não havia terminado. Mais filmagens mostram que o pai da menininha entrou em uma confusão com o pai do garoto. O homem, chamado Bryan Thomas Brunson ,negou a culpa do filho na situação, mesmo com a existência das imagens, e estava portando uma arma, segundo o TMZ.

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O vídeo mostra os Nash contando para ele sobre as evidências do ataque do garotinho, o que pareceu não ter importância para o pai. Ainda de acordo com o portal norte-americano, Brunson foi preso na sexta-feira (13), após disparar tiros com a arma. Ele teria, inclusive, quase acertado acidentalmente sua própria filha que estava no local, conforme relatou o policial Jason Johnson.

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Bryan acabou sendo preso. (Foto: Reprodução/ TMZ)

Ele foi acusado de conduta perigosa, o que se tornou um crime por conta do dano potencial. Em entrevista ao TMZ Live, nesta segunda-feira (16), Dee e Carissa relataram que o garoto já havia sido agressivo com outras crianças recentemente, mas a filha do casal nunca fora um dos alvos.

Apesar da polícia ter ido até o local, os dois contam que os oficiais não confiscaram o chicote e se recusaram a falar com o menino sem a presença do pai. Agora, eles temem pela segurança de sua filha, que pode sofrer novos ataques do pequeno.