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Joey Jordinson, membro fundador e ex-baterista do Slipknot, morre aos 46 anos; saiba detalhes

Luto no rock… Joey Jordinson, baterista e um dos fundadores da banda de heavy metal Slipknot, morreu nesta segunda-feira (26), aos 46 anos. A informação foi confirmada pelos familiares do músico ao site TMZ hoje (27), apesar da causa da morte não ter sido divulgada. O comunicado diz apenas que Joey “morreu pacificamente durante o sono”.

Fontes policiais conversaram com a publicação e relataram que Jordison foi declarado morto no local. Não há suspeita de crime e não foram encontradas drogas ilegais na casa. O legista agora trabalhará para determinar a causa oficial da morte.

“A morte de Joey nos deixou com os corações vazios e sentimentos de luto indescritível. Àqueles que conheciam o Joey, entendiam sua sagacidade rápida, sua personalidade gentil, seu coração gigante e seu amor por tudo relacionado à família e à música. A família de Joey pede que amigos, fãs e a mídia respeitem nossa necessidade de privacidade e paz neste momento incrivelmente difícil”, disse os familiares no comunicado divulgado para a imprensa.

Joey Jordison escreveu seu nome na história da música por começar o Slipknot, em 1995. Ele fez parte da banda tocando bateria, e aparece em cinco álbuns de estúdio, além de ter feito parte do icônico disco ao vivo “9.0: Live”. Em dezembro de 2013, ele deixou a banda sem um posicionamento oficial. Em 2014, o vocalista Corey Taylor disse à Metal Hammer que despedir-se de Jordison após 18 anos foi “uma das decisões mais difíceis” que o grupo já fez, acrescentando que o colega estava “em um lugar de sua vida que não é onde estamos”. Atualmente, Joey Jordison estava na banda Sinsaenum. “Destruídos além das palavras. Te amamos para sempre, irmão”, escreveu o perfil oficial no Instagram.

 

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Em 2016, durante a premiação Metal Hammer Golden Gods Awards, o baterista revelou que sofria de uma doença neurológica. “Eu fiquei muito, muito doente com uma doença horrível chamada de mielite transversa. Eu perdi [a habilidade das] minhas pernas. Eu não conseguia mais tocar. É uma espécie de esclerosa múltipla, que eu não desejaria ao meu pior inimigo. Eu me reergui, passei a frequentar a academia e voltei para a p*rra da terapia para acabar com essa m*rda”, contou.