BBB20: Daniel é acusado de assédio contra Gizelly e internautas pedem expulsão imediata; Saiba os detalhes

Mais uma acusação de assédio no “BBB 20″… Na madrugada desta terça-feira (25), internautas pediram a expulsão imediata de Daniel, após um vídeo dele tocando a perna de Gizelly viralizar.

Nas filmagens, a advogada está deitada no futton da área externa quando o ator chega atrás dela, deita-se e coloca uma das mãos na coxa da sister. Claramente incomodada, a participante retira a mão do colega de confinamento bruscamente. Em outro momento da gravação, Daniel abraça as pernas da capixaba e chega a dar umas palmadas em seu bumbum.

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A repercussão negativa do vídeo colocou o nome do participante nos assuntos mais comentados do Twitter. Os usuários o acusam de ter assediado Gizelly. “Antes: O discurso de homem protetor e fiel, um feminista que queria RESPEITO pelas mulheres. Agora: Machista opressor, assediador de mulheres e escroto. O Daniel está indo contra ele mesmo!”, disparou uma jovem. Confira as principais reações:

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Terceira acusação de assédio no “BBB 20”

Pyong Lee também foi alvo de acusações de assédio. Durante uma festa, o brother apalpou Flayslane e tentou beijar Marcela à força. A Polícia Civil do Rio de Janeiro anunciou no dia 11 de fevereiro que irá avaliar a postura do hipnólogo dentro do confinamento. “De acordo com informações da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, foi realizado um registro para apurar os fatos veiculados na mídia”, confirmou em nota.

Em entrevista para o Extra, a delegada Catarina Noble explicou que a repercussão negativa do público frente às cenas foi o principal motivo para que a investigação do caso tivesse início. “Nós tomamos conhecimento por meio das redes sociais e da TV de que o Pyong teria tido atitudes durante a última festa que aconteceu dentro do reality que podem ser consideradas como assédio sexual. Não estou afirmando que isso aconteceu, mas vamos apurar tudo. Esse tipo de comportamento de alisar as moças sem o consentimento delas deve ser combatido dentro e fora do programa”, falou.

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Marcela e Flayslane conversaram com a produção do programa e afirmaram que não teria havido assédio, mas também precisarão prestar depoimento quando saírem do confinamento. “Nós entendemos que essa espera para ouvir tanto o Pyong como as moças envolvidas não afetará a investigação. Imagino que no prazo de três meses, que é o tempo de terminar o programa, todos sejam ouvidos e a investigação seja concluída”, afirmou Noble.

No início do programa, internautas acusaram Petrix de ter assediado participantes do programa. A hashtag “#PetrixExpulso” chegou a ficar dias entre os assuntos mais comentados das redes sociais. A TV Globo, entretanto, decidiu pela permanência do rapaz. O primeiro caso a gerar revolta aconteceu no dia 24, quando Barbosa, durante uma das festas do reality, segurou, apertou e balançou os seios da influenciadora Bianca Andrade. Na ocasião, chamada ao confessionário, a moça negou ter se sentido desconfortável com o comportamento do atleta.

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Na semana seguinte, na madrugada de quinta-feira (30), Petrix voltou a ser criticado, dessa vez, por esfregar as próprias partes íntimas na cabeça de Flayslane. No mesmo dia, ele foi advertido pela produção no confessionário da casa, e pediu desculpas à participante. “Desculpa Brasil se eu dancei demais, se eu rebolei demais, se eu brinquei demais. Tudo brincadeira, tudo um jogo, um personagem na noite. Eu gosto de brincar, me divertir e dançar”, também alegou ele, falando sozinho.

Numa das acusações mais recentes, Petrix aparece esfregando o órgão genital sobre a cabeça de Flayslane. (Foto: Reprodução/TV Globo)

Ainda na quinta-feira, o apresentador do reality tratou do assunto de forma breve e afirmou que “o Big Brother espera que essa advertência tenha efeito para que a gente preserve a boa convivência na casa”.

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No dia seguinte, aconteceu a instauração do inquérito. A OAB Mulher RJ também publicou uma nota de repúdio. “[As participantes] são completamente coisificadas e ofendidas, como também sofrem contatos físicos que podem ser interpretados como de cunho sexual. É extremamente preocupante que comportamentos como esses sejam veiculados em rede nacional de forma naturalizada. Eles refletem a violência com que as mulheres são tratadas diariamente em nosso país e podem acabar estimulando a perpetuação desse tipo de conduta pela sociedade”, apontou o texto.